Ministério Público denuncia repórter do "Jornal JÁ" por ocupação de secretaria no RS
O Ministério Público denunciou dez pessoas, entre elas o repórter do Jornal JÁ Matheus Chaparini, por dano qualificado e desobediência durante a ocupação do prédio da Secretaria da Fazenda, em Porto Alegre (RS), em junho, durante uma manifestação por melhores condições em escolas públicas.
Atualizado em 04/08/2016 às 09:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
pessoas, entre elas o repórter do Jornal JÁ , por dano qualificado e desobediência durante a ocupação do prédio da Secretaria da Fazenda, em Porto Alegre (RS), em junho, durante uma manifestação por melhores condições em escolas públicas.
Crédito:reprodução/Facebook À época da detenção, o jornalista afirmou que estava no local apenas para acompanhar o protesto De acordo com o G1, o grupo foi detido e liberado na madrugada seguinte, depois de uma decisão judicial. À época da detenção, o jornalista afirmou que estava no local apenas para acompanhar o protesto e que se identificou como profissional de imprensa.
A denúncia, porém, diz que ele e outro homem, que também se identificou como profissional de imprensa, cometeram os crimes, pois entraram no prédio com os outros denunciados, sem colete ou crachá de identificação, além de agirem como os participantes do ato.
O MP propôs a suspensão do processo para nove denunciados se eles comparecerem a cada três meses a juízo para informar suas atividades. Apenas uma das mulheres, que possuí antecedentes por infração ao artigo 163 do Código Penal – destruir, inutilizar ou deteriorar coisa alheia –, deverá responder o processo.
A prisão do repórter gerou polêmica no estado e foi criticada pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS (SINDJORS). "Para a entidade, a atitude da Brigada Militar, de aplicar força física sem antes tentar estabelecer diálogo, representa a postura do governo de virar as costas aos interesses da população", ponderou.
Crédito:reprodução/Facebook À época da detenção, o jornalista afirmou que estava no local apenas para acompanhar o protesto De acordo com o G1, o grupo foi detido e liberado na madrugada seguinte, depois de uma decisão judicial. À época da detenção, o jornalista afirmou que estava no local apenas para acompanhar o protesto e que se identificou como profissional de imprensa.
A denúncia, porém, diz que ele e outro homem, que também se identificou como profissional de imprensa, cometeram os crimes, pois entraram no prédio com os outros denunciados, sem colete ou crachá de identificação, além de agirem como os participantes do ato.
O MP propôs a suspensão do processo para nove denunciados se eles comparecerem a cada três meses a juízo para informar suas atividades. Apenas uma das mulheres, que possuí antecedentes por infração ao artigo 163 do Código Penal – destruir, inutilizar ou deteriorar coisa alheia –, deverá responder o processo.
A prisão do repórter gerou polêmica no estado e foi criticada pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS (SINDJORS). "Para a entidade, a atitude da Brigada Militar, de aplicar força física sem antes tentar estabelecer diálogo, representa a postura do governo de virar as costas aos interesses da população", ponderou.





