Ministério Público da Suécia arquiva parte das denúncias contra Assange por prescrição

O Ministério Público da Suécia pretende arquivar a investigação de abuso sexual contra o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, por pre

Atualizado em 13/08/2015 às 10:08, por Redação Portal IMPRENSA.

O Ministério Público da Suécia pretende arquivar a investigação de abuso sexual contra o fundador do WikiLeaks, , por prescrição do prazo para ouvir o acusado. Apesar da medida, o jornalista australiano ainda deve responder pela acusação de estupro.

Crédito:Reprodução Assange ainda responde pela acusação de estupro na Suécia
De acordo com a BBC, ele nega todas as acusações e diz ser alvo de uma campanha de difamação. O ativista buscou asilo na Embaixada do Equador em Londres em 2012 para evitar extradição para o país. As autoridades teriam até esta quinta-feira (13/8) para colher o depoimento do jornalista sobre a acusação de abuso e uma coerção. Outra acusação de abuso prescreve em 18 de agosto. A queixa de estupro, entretanto, não deve prescrever antes de 2020.
O ativista já afirmou que não deixará a embaixada mesmo se todas as acusações de abuso sexual contra ele forem descartadas. Os defensores de Assange afirmam que as denúncias de abuso sexual já deveriam ter sido descartadas há muito tempo. "Não havia provas suficientes para manter a investigação", disse à BBC Thomas Olsson, um dos advogados suecos do jornalista.
Olsson informou que o ativista poderá limpar seu nome em relação à acusação de estupro. "Acreditamos que tão logo ele tenha a oportunidade de dar sua versão das circunstâncias, não haverá necessidade de continuar a investigação."