Michel Temer planeja extinguir a TV Brasil e reduzir atuação da EBC
O presidente interino Michel Temer deve enviar ao Congresso nos próximos dias um projeto de lei que reduz a atuação e os custos da Empresa B
Atualizado em 17/06/2016 às 12:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
O presidente interino Michel Temer deve enviar ao Congresso nos próximos dias um projeto de lei que reduz a atuação e os custos da (EBC). O objetivo é fechar a TV Brasil, responsável por metade dos custos da companhia.
Crédito:Valter Campanato/Agência Brasil Presidente interino pretende fechar a TV Brasil
De acordo com a Folha de S.Paulo , a agência de notícias, as produções independentes de conteúdo, o monitoramento de mídia e o portal devem ser mantidos. Uma mudança na lei da empresa poderá encerrar as atividades do conselho curador, que decide questões importantes da emissora, e o atual presidente, Ricardo Melo, pode ser destituído a qualquer momento.
Se as medidas forem aprovadas, Melo deixará o cargo definitivamente. Depois de ser exonerado por Temer, o jornalista recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou seu retorno provisoriamente até que o plenário tome uma decisão definitiva.
Desde que foi fundada, a EBC consumiu R$ 2,6 bilhões do Tesouro Nacional. O número de funcionários passou de 1.462 para 2.564 e seus custos de produção saltaram de R$ 61 milhões para R$ 236,5 milhões – pelo menos 15% referentes aos serviços prestados à Presidência da República na cobertura de eventos.
Ainda segundo a Folha , que ouviu executivos da emissora sob condição de anonimato, as ações do governo na EBC se iniciaram a partir do momento em que antigos funcionários foram substituídos, em 2011, por outros com salários superiores. A medida teria se intensificado sob a gestão de Edinho Silva, então ministro da Secretaria de Comunicação (Secom).
Os executivos mencionaram também os salários altos de alguns profissionais, como o dos jornalistas Paulo Moreira Leite, Sidney Rezende e Luis Nassif. As atrações comandadas pelas "estrelas" da companhia, de acordo com os críticos, eram "pró PT" e receberam reclamações de telespectadores pelo "alinhamento político".
Depois que Ricardo Melo deixou o cargo, os contratos foram cancelados por Laerte Rimoli. Ao retomar a presidência por decisão liminar do ministro Dias Toffoli, o jornalista exibiu uma entrevista com a presidente afastada Dilma Rousseff. A medida foi considera como uma afronta pela equipe de Temer.
Melo não comentou o assunto. Edinho Silva afirmou ter contratado apenas três diretores e negou direcionamentos políticos.
Crédito:Valter Campanato/Agência Brasil Presidente interino pretende fechar a TV Brasil
De acordo com a Folha de S.Paulo , a agência de notícias, as produções independentes de conteúdo, o monitoramento de mídia e o portal devem ser mantidos. Uma mudança na lei da empresa poderá encerrar as atividades do conselho curador, que decide questões importantes da emissora, e o atual presidente, Ricardo Melo, pode ser destituído a qualquer momento.
Se as medidas forem aprovadas, Melo deixará o cargo definitivamente. Depois de ser exonerado por Temer, o jornalista recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou seu retorno provisoriamente até que o plenário tome uma decisão definitiva.
Desde que foi fundada, a EBC consumiu R$ 2,6 bilhões do Tesouro Nacional. O número de funcionários passou de 1.462 para 2.564 e seus custos de produção saltaram de R$ 61 milhões para R$ 236,5 milhões – pelo menos 15% referentes aos serviços prestados à Presidência da República na cobertura de eventos.
Ainda segundo a Folha , que ouviu executivos da emissora sob condição de anonimato, as ações do governo na EBC se iniciaram a partir do momento em que antigos funcionários foram substituídos, em 2011, por outros com salários superiores. A medida teria se intensificado sob a gestão de Edinho Silva, então ministro da Secretaria de Comunicação (Secom).
Os executivos mencionaram também os salários altos de alguns profissionais, como o dos jornalistas Paulo Moreira Leite, Sidney Rezende e Luis Nassif. As atrações comandadas pelas "estrelas" da companhia, de acordo com os críticos, eram "pró PT" e receberam reclamações de telespectadores pelo "alinhamento político".
Depois que Ricardo Melo deixou o cargo, os contratos foram cancelados por Laerte Rimoli. Ao retomar a presidência por decisão liminar do ministro Dias Toffoli, o jornalista exibiu uma entrevista com a presidente afastada Dilma Rousseff. A medida foi considera como uma afronta pela equipe de Temer.
Melo não comentou o assunto. Edinho Silva afirmou ter contratado apenas três diretores e negou direcionamentos políticos.





