MEC não renova contrato com Acerp e futuro da TV Escola é incerto

Após ser usada pela administração Bolsonaro para exibir uma série com Olavo de Carvalho, apontado como "ideólogo" do governo, a T

Atualizado em 13/12/2019 às 17:12, por Redação Portal IMPRENSA.

Após ser usada pela administração Bolsonaro para exibir uma série com Olavo de Carvalho, apontado como "ideólogo" do governo, a TV Escola não terá seu contrato renovado com o Ministério da Educação (MEC). Crédito: Divulgação
A Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto (Acerp), responsável por gerir a TV Escola, recebeu a informação nesta sexta, 13.
O último contrato entre a associação e o MEC foi assinado em 24 de junho de 2015 e tem vigência de 5 anos, até o fim de dezembro deste ano.
O valor do contrato entre a Acerp e o MEC variava de ano a ano. Em 2019, foi reduzido para R$ 42 milhões.
Cerca de 200 pessoas trabalham na TV Escola. Ainda não há informações se haverá demissões.
Nesta sexta circularam nas redes sociais imagens de um caminhão de mudanças que foi ao MEC levar os equipamentos e objetos da TV Escola que se encontravam no nono andar do prédio do Ministério em Brasília.