Mais de 30 jornalistas morreram desde início da guerra na Ucrânia; 15 estão desaparecidos
Desde o começo da guerra na Ucrânia no início deste ano, 33 jornalistas morreram, enquanto 15 seguem desaparecidos. Os números tornam o paísde Volodymyr Zelensky em um dos locais mais perigosos para a atuação da imprensa.
De acordo com Serhii Tomilenko, diretor do Sindicato Nacional de Jornalistas da Ucrânia, "a Rússia tentou impedir o jornalismo independente em território ocupado porque querem espalhar apenas propaganda pró-Rússia".
Diante deste cenário, a UNESCO enviou para a Ucrânia equipamentos de proteção, como coletes e capacetes à prova de bala para os profissionais de imprensa. A entidade condenou veementemente a morte dos jornalistas.
Angelina Karyakina, diretora de informação da TV pública ucraniana, UAPBC, afirma que os jornalistas e as estações de televisão são alvos. "Mais de dez torres de televisão foram atacadas na Ucrânia", denunciou. Em razão disso, a emissora adotou medidas extraordinárias para proteger sua infraestrutura e a vida de seus trabalhadores dos ataques das forças invasoras de Vladimir Putin
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