Luis Nassif processa ministro Gilmar Mendes por "ofensas graves"
Em texto publicado na última quinta-feira (27/8), o jornalista Luis Nassif, do portal GGN, informou que decidiu processar o ministro Gilmar Mendes por causa de ofensas "graves" feitas pelo político em sessão no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) antes de votar sobre as contas de campanha do PT.
Atualizado em 28/08/2015 às 12:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
(27/8), o jornalista Luis Nassif, do portal GGN, informou que decidiu processar o ministro Gilmar Mendes por causa de ofensas "graves" feitas pelo político em sessão no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) antes de votar sobre as contas de campanha do PT.
Crédito:Reprodução/facebook Jornalista explicou que processo foi motivado por ofensas "O Ministro Gilmar Mendes me processou, um daqueles processos montados apenas para roubar tempo e recursos do denunciado. Eu poderia ter ficado na resposta bem elaborada do meu competente advogado Percival Maricatto. Mas resolvi ir além", relata. O jornalista usou o recurso de "reconvenção", no qual o réu, junto à sua defesa, propõe uma ação contra o autor.
Durante a sessão no TSE, Mendes afirmou que há um blog "financiado por dinheiro público" e "criado para atacar adversários e inimigos políticos" dizendo, sem citar nomes, que a página é de um jornalista que "foi demitido da Folha de S.Paulo , que criou uma coluna 'dinheiro vivo', chegou a se criar um golpe de impeachment paraguaio". Para Nassif, não era preciso mencioná-lo.
"A intenção do processo foi responder às suas ofensas. Mais que isso: colocar à prova a crença de que não existem mais intocáveis no país. É um cidadão acreditando na independência de um poder, apostando ser possível a um juiz de primeira instância em plena capital federal não se curvar à influência de um Ministro do STF vingativo e sem limites", explica.
Crédito:Reprodução/facebook Jornalista explicou que processo foi motivado por ofensas "O Ministro Gilmar Mendes me processou, um daqueles processos montados apenas para roubar tempo e recursos do denunciado. Eu poderia ter ficado na resposta bem elaborada do meu competente advogado Percival Maricatto. Mas resolvi ir além", relata. O jornalista usou o recurso de "reconvenção", no qual o réu, junto à sua defesa, propõe uma ação contra o autor.
Durante a sessão no TSE, Mendes afirmou que há um blog "financiado por dinheiro público" e "criado para atacar adversários e inimigos políticos" dizendo, sem citar nomes, que a página é de um jornalista que "foi demitido da Folha de S.Paulo , que criou uma coluna 'dinheiro vivo', chegou a se criar um golpe de impeachment paraguaio". Para Nassif, não era preciso mencioná-lo.
"A intenção do processo foi responder às suas ofensas. Mais que isso: colocar à prova a crença de que não existem mais intocáveis no país. É um cidadão acreditando na independência de um poder, apostando ser possível a um juiz de primeira instância em plena capital federal não se curvar à influência de um Ministro do STF vingativo e sem limites", explica.





