Na última segunda-feira (30/06), o cantor e compositor Lobão, também colunista da revista Veja , lançou a música "A marcha dos infames" em resposta a "lista negra" de jornalistas chamados de "pit bulls" da mídia pelo vice-presidente do PT, Alberto Cantalice.
Lobão é citado no texto , ao lado dos jornalistas Augusto Nunes, Diogo Mainardi, Demétrio Magnoli, Arnaldo Jabor, Guilherme Fiuza, Reinaldo Azevedo e dos humoristas Marcelo Madureira e Danilo Gentili. Segundo Cantalice, os nove fomentam o ódio e “estimulam setores reacionários e exclusivistas da sociedade brasileira a maldizer os pobres”.
Ouça a música "A marcha dos infames". Abaixo, a íntegra da letra.
A MARCHA DOS INFAMES Aqueles que não são E que jamais serão Abusam do Poder, Demência e obsessão.
Insistem em atacar Com as chagas abertas do rancor, E aos incautos fazer crer Que seu ódio no peito é amor
Tanto martírio em vão, Estupro da nação, Até quando esse sonho ruim, esse pesadelo sem fim?
Apedrejando irmãos E os que não são iguais, A destruição é a fé, E a morte e a vida, banais.
E um céu sem esperança, A Infâmia cobriu, Com o manto da ignorância, O desastre que nos pariu.
E o sangue dos ladrões De outros carnavais Na veia de vilões, tratados como heróis.
E até quando ouvir Cretinos e boçais Mentir, mentir, mentir, Eternamente mentir?
Mas o dia chegará Em que o chão da Pátria irá tremer, E o que não é não mais será Em nome do povo, o Poder.
Lobão é citado no texto , ao lado dos jornalistas Augusto Nunes, Diogo Mainardi, Demétrio Magnoli, Arnaldo Jabor, Guilherme Fiuza, Reinaldo Azevedo e dos humoristas Marcelo Madureira e Danilo Gentili. Segundo Cantalice, os nove fomentam o ódio e “estimulam setores reacionários e exclusivistas da sociedade brasileira a maldizer os pobres”.
Ouça a música "A marcha dos infames". Abaixo, a íntegra da letra.
A MARCHA DOS INFAMES Aqueles que não são E que jamais serão Abusam do Poder, Demência e obsessão.
Insistem em atacar Com as chagas abertas do rancor, E aos incautos fazer crer Que seu ódio no peito é amor
Tanto martírio em vão, Estupro da nação, Até quando esse sonho ruim, esse pesadelo sem fim?
Apedrejando irmãos E os que não são iguais, A destruição é a fé, E a morte e a vida, banais.
E um céu sem esperança, A Infâmia cobriu, Com o manto da ignorância, O desastre que nos pariu.
E o sangue dos ladrões De outros carnavais Na veia de vilões, tratados como heróis.
E até quando ouvir Cretinos e boçais Mentir, mentir, mentir, Eternamente mentir?
Mas o dia chegará Em que o chão da Pátria irá tremer, E o que não é não mais será Em nome do povo, o Poder.

