O juiz Paulo César Alves das Neves, da 5ª Vara Cível de Goiânia (GO), rejeitou o pedido de indenização por danos morais movido por Carlos Eduardo Sundfeld Nunes, conhecido como Cadu, contra a IstoÉ após a revista publicar uma foto dele. O jovem assassinou o cartunista Glauco Vilas Boas.
Crédito:Reprodução Assassino do cartunista Glauco perdeu ação contra a revista "IstoÉ"
Segundo o ConJur, Cadu alegou que a imagem, que o mostra atrás das grades momentos depois de ter sido preso, foi feita sem sua permissão e que a revista ultrapassou os limites informativos, além de causar danos à sua imagem.
Na decisão, o juiz ressaltou que Cadu apresentava as "feições esperadas de quem acabara de ter sua liberdade suprimida, o que, a meu ver, por si só, já afasta todo o alegado”. Para ele, as imagens mostram apenas o confirmado no laudo de insanidade mental, uma vez que sofre de esquizofrenia paranoide.
Glauco e seu filho Raoni foram mortos a tiros em 12 de março de 2010, em frente à sua casa, em Osasco (SP). O assassino conhecia a família por meio da igreja Céu de Maria, fundada pelo cartunista. Na ocasião, Cadu apareceu no local com uma pistola e uma faca. Antes de matá-los, gritou para que Glauco falasse que ele era Jesus Cristo.
Após o crime, psicólogos concluíram que Cadu não pode responder por seus próprios atos por sofrer de esquizofrenia. Em 2013, depois de passar por clínicas psiquiátricas, a Justiça determinou sua volta à casa dos pais.
O assassino também aproveitou o resultado do laudo para solicitar a condenação da revista. Segundo ele, a publicação não poderia autorizar a foto, pois desrespeita “as peculiaridades de sua condição de portador de doença mental”. O juiz, entretanto, disse que o resultado ocorreu após a divulgação de sua imagem.
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Crédito:Reprodução Assassino do cartunista Glauco perdeu ação contra a revista "IstoÉ"
Segundo o ConJur, Cadu alegou que a imagem, que o mostra atrás das grades momentos depois de ter sido preso, foi feita sem sua permissão e que a revista ultrapassou os limites informativos, além de causar danos à sua imagem.
Na decisão, o juiz ressaltou que Cadu apresentava as "feições esperadas de quem acabara de ter sua liberdade suprimida, o que, a meu ver, por si só, já afasta todo o alegado”. Para ele, as imagens mostram apenas o confirmado no laudo de insanidade mental, uma vez que sofre de esquizofrenia paranoide.
Glauco e seu filho Raoni foram mortos a tiros em 12 de março de 2010, em frente à sua casa, em Osasco (SP). O assassino conhecia a família por meio da igreja Céu de Maria, fundada pelo cartunista. Na ocasião, Cadu apareceu no local com uma pistola e uma faca. Antes de matá-los, gritou para que Glauco falasse que ele era Jesus Cristo.
Após o crime, psicólogos concluíram que Cadu não pode responder por seus próprios atos por sofrer de esquizofrenia. Em 2013, depois de passar por clínicas psiquiátricas, a Justiça determinou sua volta à casa dos pais.
O assassino também aproveitou o resultado do laudo para solicitar a condenação da revista. Segundo ele, a publicação não poderia autorizar a foto, pois desrespeita “as peculiaridades de sua condição de portador de doença mental”. O juiz, entretanto, disse que o resultado ocorreu após a divulgação de sua imagem.
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