Justiça nega liberdade a diretor de jornal de Rondônia preso por desvio de dinheiro público
Atualizado em 29/11/2011 às 10:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
O empresário e diretor do jornal Estadão do Norte , Mário André Calixto, teve seu pedido de habeas corpus negado pelo desembargador Sansão Saldanha, do Tribunal de Justiça de Rondônia, informa o site Ele é acusado de desviar dinheiro de órgãos públicos do Estado, revelado pela Operação "Termópilas", da Polícia Federal.
"É conveniente para a instrução do feito e para a garantia da ordem pública que o requerente permaneça custodiado, considerando os fatos delitivos apurados e sua participação dentro da organização criminosa", deliberou o magistrado, decidindo por indeferir o pedido de liberdade.
O requerente do pedido está em prisão preventiva desde o último dia 18. Sua defesa alegou que "a medida cautelar de prisão passou a ser considerada uma providência excepcional, cabível, apenas, quando demonstrada sua imprescindibilidade, sendo que a gravidade do delito não é suficiente para a determinação da prisão".
No caso do empresário, ele é acusado de negociar, com o Detran, contratos ilegais de prestação de serviço e receber dinheiro em troca. Ele também é acusado de usar-se de seu poder como "homem de mídia" para pressionar membros de organização criminosa a fim de obter vantagens financeiras.
O diretor do Estadão é sobrinho de Mário Calixto, dono do jornal, que também está foragido, acusado de outros crimes.
Para ver a decisão do juiz na íntegra
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"É conveniente para a instrução do feito e para a garantia da ordem pública que o requerente permaneça custodiado, considerando os fatos delitivos apurados e sua participação dentro da organização criminosa", deliberou o magistrado, decidindo por indeferir o pedido de liberdade.
O requerente do pedido está em prisão preventiva desde o último dia 18. Sua defesa alegou que "a medida cautelar de prisão passou a ser considerada uma providência excepcional, cabível, apenas, quando demonstrada sua imprescindibilidade, sendo que a gravidade do delito não é suficiente para a determinação da prisão".
No caso do empresário, ele é acusado de negociar, com o Detran, contratos ilegais de prestação de serviço e receber dinheiro em troca. Ele também é acusado de usar-se de seu poder como "homem de mídia" para pressionar membros de organização criminosa a fim de obter vantagens financeiras.
O diretor do Estadão é sobrinho de Mário Calixto, dono do jornal, que também está foragido, acusado de outros crimes.
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