Justiça dos EUA condena homem a 27 meses de prisão por espionar repórter da ESPN

Justiça dos EUA condena homem a 27 meses de prisão por espionar repórter da ESPN

Atualizado em 16/03/2010 às 09:03, por Redação Portal IMPRENSA.

A Corte do Distrito de Los Angeles, na Califórnia, condenou o executivo de seguros de Chicago Michael Barret a 27 meses de prisão, por filmar a repórter da ESPN, Erin Andrews, nua em quartos de hotéis. No julgamento, o réu chorou e pediu desculpas a jornalista, que em seguida o chamou de "predador sexual".

Barret já havia confessado em dezembro de 2009 que filmou a Erin Andrews, em 2008. Sete dos oito vídeos foram feitos com um celular, em setembro, pelo olho mágico da porta do hotel em Nashville, Tenesse, enquanto a jornalista se despia. O outro, segundo os investigadores do caso, teria sido realizado dois meses antes, em um hotel de Milwaukee.

O executivo de seguros foi preso em 3 de dezembro de 2008 no aeroporto de Chicago, quando chegava de Buffalo, em Nova York. De acordo com a polícia, o homem teria tentado vender os vídeos para o site de celebridades TMZ e postado na internet. Várias páginas na internet, jornais e emissoras de TV exibiram partes das imagens feitas por Barret.

De acordo com a agência AP, as investigações tiveram início depois que um funcionário do TMZ denunciou o caso à polícia de Los Angeles.

Erin Andrews atua como repórter de campo em jogos de futebol americano. Eleita pela revista Playboy como a jornalista esportiva mais sexy de 2008, disse que sofreu psicologicamente com o caso, por temor a ameaças e por medo de que o acusado veiculasse imagens mais constrangedoras.

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