Justiça determina que jornalista hondurenho fique sem exercer a profissão por 16 meses

O jornalista Julio Ernesto Alvarado da Globo TV, de Honduras, foi condenado a 16 meses de prisão por difamar Belinda Flores Mendoza, reitorada Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Autônoma do País.

Atualizado em 05/04/2014 às 18:04, por Redação Portal IMPRENSA.


Crédito:Reprodução/RSF Jornalista não poderá atuar na imprensa por 16 meses
Segundo o blog Jornalismo nas Américas, para evitar a prisão, o jornalista pagará uma fiança de 10 lempiras por dia (246 dólares no total). Entretanto, ele está proibido de exercer qualquer atividade relacionada à divulgação de informações durante o período da pena, ou seja, 16 meses.
O jornalista dirigia os programas "Medianoche", pela Radio Globo, e "Mi Nación", na emissora de TV. Ele foi condenado depois que Carlos Gustavo Villela, também professor da Universidade Autônoma, apareceu no programa para denunciar irregularidades na nomeação de Flores Mendoza para reitoria.
De acordo com o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ), um tribunal de Tegucigalpa havia inocentado os acusados, mas a reitora recorreu da decisão no Supremo Tribunal, que acabou condenando Alvarado.
VI “Fórum Liberdade de Imprensa & Democracia”

IMPRENSA promove o VI Fórum Liberdade de Imprensa & Democracia, no próximo dia 6 de maio, das 10h às 19h, no Museu da Imprensa Nacional, em Brasília (DF). As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas no .

O fórum contará com a presença de importantes profissionais de imprensa, como Alexandre Jobim, vice-presidente do Grupo RBS em Brasília; Ministro Ayres Britto, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF); Cristina Serra, repórter do "Jornal Nacional"; Denise Rothenburg, repórter especial do Correio Braziliense; Eliane Cantanhêde, colunista de Política da Folha de S.Paulo; Ricardo Gandour, diretor de conteúdo do Grupo Estado; e Milton Blay, correspondente e colunista da Rádio Bandeirantes e BandNews FM.