José Dirceu e cia. se defendem através de notas
José Dirceu e cia. se defendem através de notas
Atualizado em 01/08/2005 às 11:08, por
Redação Portal Imprensa.
José Dirceu e cia se defendem através de notas Brasília 30 de julho de 2005.
NOTA À IMPRENSA
Com repúdio e indignação vejo mais uma iniciativa da revista Veja para
enxovalhar meu nome, em uma tentativa anti-republicana de construir um
clima de pré-julgamento. A edição desta semana desenrola uma série de mentiras com o objetivo nefasto de me desmoralizar perante a opinião pública no momento em que prestarei ao Conselho de Ética da Câmara esclarecimentos, como testemunha, no processo contra o deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ), acusado pelo PL de ter faltado com o decoro parlamentar. A reportagem de capa ("O risco Dirceu") é totalmente improcedente. Repilo absolutamente a afirmação de que estaria mandando "recados ameaçadores" ao governo e contesto taxativamente a suposição de que Roberto Marques, que é meu amigo e não meu assessor, tenha sido autorizado a sacar dinheiro das contas de empresas do senhor Marcos Valério.
Desde que foi instalada a CPI dos Correios, o esforço para me envolver nas ilicitudes investigadas tem sido enorme. Da obstinação em quebrar meu sigilo bancário, fiscal e telefônico à persistência em pressionar depoentes com o objetivo de me incriminar. Com tais esforços frustrados, partiram para a plantação de informações falsas que induzissem a imprensa a publicar noticias incorretas para me constranger. Na semana que passou, jornalistas receberam supostas informações vazadas de minhas contas bancárias. Em um dos casos, havia uma série de pequenos créditos lançados desde o início de 2003, somando cerca de R$ 230 mil. A suspeita dos investigadores, trazida a mim pelo jornalista, é que os depósitos teriam sido feitos por 30 empresas e entidades, entre elas o PMDB, a Unafisco Sindical, o Centro Radiológico de Brasília e a Associação Obras Sociais Irmã Dulce.
Ao verificar os lançamentos, constatei que se tratava dos créditos referentes à minha remuneração mensal, paga pela Câmara dos Deputados. Com o esclarecimento, o jornalista desistiu da publicação. Em outra ocasião, solicitaram explicações para quatro lançamentos de crédito totalizando cerca de R$ 300 mil em minhas contas. Em novo levantamento, verifiquei que a conta informada pelo jornalista não estava na relação de todas as contas correntes ativas e inativas que já possuí. Novamente, com a suspeição das informações vazadas, o outro jornalista preferiu não publicar a reportagem.
A revista Veja, no entanto, não seguiu o mesmo padrão de comportamento. Mesmo depois de ser informada pelo deputado Carlos Abicalil (PT-MT) de que tinha recebido um documento sob suspeição da CPMI, insistiu na publicação de uma versão distorcida, alinhada com a conveniência dos que querem me transformar em réu de um Tribunal de Exceção, mesmo ao custo de uma armação sórdida.
Deputado Federal José Dirceu (PT-SP)
NOTA À IMPRENSA
Em face à publicação da reportagem "Aonde Dirceu vai...Bob vai atrás", publicada na edição desta semana da revista Veja, faço os seguintes esclarecimentos:
1) a revista não publicou o inteiro teor de minhas explicações sobre o documento em que consta o nome Roberto Marques como autorizado a sacar dinheiro enviado pela empresa SMPB no Banco Rural;
2) a autenticidade de tal documento está sob suspeição pelos seguintes motivos:
a) não guarda nexo com os saques e a movimentação bancária;
b) as assinaturas de autorização não conferem com o padrão das demais autorizações;
c) não consta entre os papéis outro documento que confirme a condição de sacador pela pessoa supostamente autorizada;
3) por essas razões, a CPMI não considera tal documento como válido para dar suporte às constatações sobre os saques.
Carlos Abicalil
deputado federal (PT-MT)
São Paulo, 30 de julho de 2005.
NOTA À IMPRENSA
Manifesto meu veemente protesto contra a forma caluniosa e desrespeitosa com que a revista Veja se refere a mim na pseudo-reportagem "Aonde Dirceu vai...Bob vai atrás". Sou funcionário concursado da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo há quase 20 anos. Estou há seis anos como assessor especial, lotado atualmente na Primeira-secretária, chefiada pelo Deputado Fausto Figueira (PT). Sou amigo do Deputado Federal José Dirceu. Não sou assessor, como diz a revista. Nunca o representei em qualquer solenidade e não conheço a Associação para Prevenção e Tratamento da AIDS. Não saquei dinheiro no Banco Rural e não conheço a Corretora Bônus Banval, nem Luiz Carlos Mazano. As suspeitas que a revista lança sobre mim, com insinuações maldosas para me ridicularizar, são demonstração inequívoca do tipo de jornalismo desprezível feito em suas redações, contra o qual irei buscar reparação judicial.
Roberto Marques, Assessor Especial da Assembléia Legislativa de São Paulo

NOTA À IMPRENSA
Com repúdio e indignação vejo mais uma iniciativa da revista Veja para
enxovalhar meu nome, em uma tentativa anti-republicana de construir um
clima de pré-julgamento. A edição desta semana desenrola uma série de mentiras com o objetivo nefasto de me desmoralizar perante a opinião pública no momento em que prestarei ao Conselho de Ética da Câmara esclarecimentos, como testemunha, no processo contra o deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ), acusado pelo PL de ter faltado com o decoro parlamentar. A reportagem de capa ("O risco Dirceu") é totalmente improcedente. Repilo absolutamente a afirmação de que estaria mandando "recados ameaçadores" ao governo e contesto taxativamente a suposição de que Roberto Marques, que é meu amigo e não meu assessor, tenha sido autorizado a sacar dinheiro das contas de empresas do senhor Marcos Valério.
Desde que foi instalada a CPI dos Correios, o esforço para me envolver nas ilicitudes investigadas tem sido enorme. Da obstinação em quebrar meu sigilo bancário, fiscal e telefônico à persistência em pressionar depoentes com o objetivo de me incriminar. Com tais esforços frustrados, partiram para a plantação de informações falsas que induzissem a imprensa a publicar noticias incorretas para me constranger. Na semana que passou, jornalistas receberam supostas informações vazadas de minhas contas bancárias. Em um dos casos, havia uma série de pequenos créditos lançados desde o início de 2003, somando cerca de R$ 230 mil. A suspeita dos investigadores, trazida a mim pelo jornalista, é que os depósitos teriam sido feitos por 30 empresas e entidades, entre elas o PMDB, a Unafisco Sindical, o Centro Radiológico de Brasília e a Associação Obras Sociais Irmã Dulce.
Ao verificar os lançamentos, constatei que se tratava dos créditos referentes à minha remuneração mensal, paga pela Câmara dos Deputados. Com o esclarecimento, o jornalista desistiu da publicação. Em outra ocasião, solicitaram explicações para quatro lançamentos de crédito totalizando cerca de R$ 300 mil em minhas contas. Em novo levantamento, verifiquei que a conta informada pelo jornalista não estava na relação de todas as contas correntes ativas e inativas que já possuí. Novamente, com a suspeição das informações vazadas, o outro jornalista preferiu não publicar a reportagem.
A revista Veja, no entanto, não seguiu o mesmo padrão de comportamento. Mesmo depois de ser informada pelo deputado Carlos Abicalil (PT-MT) de que tinha recebido um documento sob suspeição da CPMI, insistiu na publicação de uma versão distorcida, alinhada com a conveniência dos que querem me transformar em réu de um Tribunal de Exceção, mesmo ao custo de uma armação sórdida.
Deputado Federal José Dirceu (PT-SP)
NOTA À IMPRENSA
Em face à publicação da reportagem "Aonde Dirceu vai...Bob vai atrás", publicada na edição desta semana da revista Veja, faço os seguintes esclarecimentos:
1) a revista não publicou o inteiro teor de minhas explicações sobre o documento em que consta o nome Roberto Marques como autorizado a sacar dinheiro enviado pela empresa SMPB no Banco Rural;
2) a autenticidade de tal documento está sob suspeição pelos seguintes motivos:
a) não guarda nexo com os saques e a movimentação bancária;
b) as assinaturas de autorização não conferem com o padrão das demais autorizações;
c) não consta entre os papéis outro documento que confirme a condição de sacador pela pessoa supostamente autorizada;
3) por essas razões, a CPMI não considera tal documento como válido para dar suporte às constatações sobre os saques.
Carlos Abicalil
deputado federal (PT-MT)
São Paulo, 30 de julho de 2005.
NOTA À IMPRENSA
Manifesto meu veemente protesto contra a forma caluniosa e desrespeitosa com que a revista Veja se refere a mim na pseudo-reportagem "Aonde Dirceu vai...Bob vai atrás". Sou funcionário concursado da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo há quase 20 anos. Estou há seis anos como assessor especial, lotado atualmente na Primeira-secretária, chefiada pelo Deputado Fausto Figueira (PT). Sou amigo do Deputado Federal José Dirceu. Não sou assessor, como diz a revista. Nunca o representei em qualquer solenidade e não conheço a Associação para Prevenção e Tratamento da AIDS. Não saquei dinheiro no Banco Rural e não conheço a Corretora Bônus Banval, nem Luiz Carlos Mazano. As suspeitas que a revista lança sobre mim, com insinuações maldosas para me ridicularizar, são demonstração inequívoca do tipo de jornalismo desprezível feito em suas redações, contra o qual irei buscar reparação judicial.
Roberto Marques, Assessor Especial da Assembléia Legislativa de São Paulo






