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Jornalistas paraguaios cobram investigação sobre o assassinato de Pablo Medina

Associações de jornalistas, estudantes e professores se reuniram em diversas regiões do Paraguai para pedir uma investigação do assassinato do repórter Pablo Medina, 53, e de sua assistente, Antonia Almada, 19.

professores se reuniram em diversas regiões do Paraguai para pedir uma investigação do assassinato do repórter Pablo Medina, 53, e de sua assistente, Antonia Almada, 19.
Crédito:Reprodução Jornalistas pedem investigação do assassinato de Pablo Medina
De acordo com o portal espanhol Notimérica.com, os jornalistas paraguaios solicitaram ao governo que processe e puna os autores do crime. Também exigiram o fim da violência, do narcotráfico e da corrupção no país, além de reivindicar mais liberdade de expressão.
As manifestações foram realizadas em diversos pontos do país e convocadas por uma série de associações como Jornalistas em Alerta, Sindicato dos Jornalistas do Paraguai e o Fórum de Jornalistas Paraguaios. Em Assunção, os atos foram dirigidos por funcionários da ABC Color.
Os profissionais iniciaram a caminhada na sede do diário paraguaio e seguiram para o Congresso do país, levando imagens do jornalista assassinado.
Seguranças do presidente do Paraguai, Horacio Cartes, proibiram a entrada de alguns jornalistas que participavam da homenagem em outro ato na escola República Argentina. A imprensa local noticiou que os seguranças haviam solicitado que eles não utilizassem câmeras, mas como se recusaram, a entrada foi barrada.
Medina foi correspondente do jornal ABC Color em Curuguaty, no nordeste de Assunção. No último dia 16, ele voltava de uma cobertura quando foi atacado por dois homens que atiraram nele várias vezes. O jornalista já havia recebido ameaças por suas reportagens sobre o tráfico de drogas, corrupção, desmatamento e tráfico de madeira.

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