A organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) informou que dois dos quatro jornalistas e dissidentes cubanos que continuam na prisão iniciaram uma greve de fome.
Os dois jornalistas em questão, Pedro Argüelles Morán e Albert Santiago du Bouchet, protestam contra a determinação do governo que os obriga ao exílio para que sejam libertados.
Os quatro jornalistas que permanecem presos se negaram a deixar a prisão para o exílio em julho de 2010, quando a Espanha se propôs a recebê-los. Outros 18 aceitaram e foram para a Europa dias depois da libertação.
A RSF apelou aos jornalistas pedindo que interrompam a greve de fome por motivos de saúde, mas a RSF também chamou a atenção do governo cubano para que "escute a razão e reconheça que aqueles jornalistas ainda presos têm o direito de viver em seu próprio país e exercitar o direito à liberdade de expressão".
Segundo rememora o Knight Center for Journalism in the Americas, preso político cubano Orlando Zapata Tamayo morreu após fazer greve de fome por 85 dias em 2010. O incidente motivou a greve de fome do também jornalista Guilhermo Fariñas, que permaneceu 135 dias sem comer até que jornalistas e dissidentes fossem libertados, mas Cuba impôs a condição de que eles deveriam se exilar.
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Os dois jornalistas em questão, Pedro Argüelles Morán e Albert Santiago du Bouchet, protestam contra a determinação do governo que os obriga ao exílio para que sejam libertados.
Os quatro jornalistas que permanecem presos se negaram a deixar a prisão para o exílio em julho de 2010, quando a Espanha se propôs a recebê-los. Outros 18 aceitaram e foram para a Europa dias depois da libertação.
A RSF apelou aos jornalistas pedindo que interrompam a greve de fome por motivos de saúde, mas a RSF também chamou a atenção do governo cubano para que "escute a razão e reconheça que aqueles jornalistas ainda presos têm o direito de viver em seu próprio país e exercitar o direito à liberdade de expressão".
Segundo rememora o Knight Center for Journalism in the Americas, preso político cubano Orlando Zapata Tamayo morreu após fazer greve de fome por 85 dias em 2010. O incidente motivou a greve de fome do também jornalista Guilhermo Fariñas, que permaneceu 135 dias sem comer até que jornalistas e dissidentes fossem libertados, mas Cuba impôs a condição de que eles deveriam se exilar.
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