Jornalistas do Diário de S. Paulo entram em greve
Os jornalistas do Diário de S. Paulo entraram em greve na tarde desta terça-feira (10) por tempo indeterminado em protesto contra os atrasosde salários, benefícios, férias e no recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
Atualizado em 11/10/2017 às 07:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
Crédito:Flaviana Serafim Segundo o Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP), a paralisação havia sido decidida na semana passada e foi ratificada por ampla maioria, pois a direção da empresa ainda não efetuou os pagamentos e nem apresentou qualquer proposta para abertura de negociação, apesar de ter sido notificada formalmente pela entidade.
Os profissionais dizem que parte dos contratados receberam o salário de agosto, mas o de setembro continua pendente. Parte dos que trabalham sob regime de Pessoa Jurídica (PJ), receberam no início de setembro, o valor referente ao serviço prestado em julho e, para os demais, o último pagamento foi em 20 de agosto. Por isso, diante do quadro, a organização e a mobilização coletivas com paralisação das atividades foram o caminho para tentar resolver o impasse.
Não é a primeira vez que os jornalistas do Diário se mobilizam em protesto contra os atrasos nos pagamentos, pois o problema se arrasta desde 2016, no caso dos salários, benefícios e férias e, quanto ao FGTS, desde 2014 há problemas no recolhimento.
Em janeiro último, além do não pagamento pela empresa, os profissionais enfrentaram condições precárias de trabalho na redação, como telefone cortado, falta de água, ar condicionado quebrado e contratação de estagiários pejotizados.
Nesta quarta-feira (11), às 15h, os jornalistas seguem discutindo os rumos do movimento grevista e realizam nova assembleia, em frente à sede do Diário, na zona oeste da capital paulista.
Saiba mais:

Os profissionais dizem que parte dos contratados receberam o salário de agosto, mas o de setembro continua pendente. Parte dos que trabalham sob regime de Pessoa Jurídica (PJ), receberam no início de setembro, o valor referente ao serviço prestado em julho e, para os demais, o último pagamento foi em 20 de agosto. Por isso, diante do quadro, a organização e a mobilização coletivas com paralisação das atividades foram o caminho para tentar resolver o impasse.
Não é a primeira vez que os jornalistas do Diário se mobilizam em protesto contra os atrasos nos pagamentos, pois o problema se arrasta desde 2016, no caso dos salários, benefícios e férias e, quanto ao FGTS, desde 2014 há problemas no recolhimento.
Em janeiro último, além do não pagamento pela empresa, os profissionais enfrentaram condições precárias de trabalho na redação, como telefone cortado, falta de água, ar condicionado quebrado e contratação de estagiários pejotizados.
Nesta quarta-feira (11), às 15h, os jornalistas seguem discutindo os rumos do movimento grevista e realizam nova assembleia, em frente à sede do Diário, na zona oeste da capital paulista.
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