Jornalistas denunciam violações contra a imprensa em audiência na Câmara
Jornalistas denunciaram o aumento da violência contra a imprensa no país, durante uma audiência pública das comissões de Direitos Humanos e
Atualizado em 25/11/2016 às 09:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
Minorias e de Cultura da Câmara dos Deputados, na última quarta-feira (23/11).
Crédito:Luis Macedo/Câmara dos Deputados
De acordo com a Agência Câmara Notícias, o jornalista Marco Aurélio Carone, dono do Novo Jornal, denunciou a perseguição que sofreu após divulgar notícias contra a gestão do então governador de Minas Gerais Aécio Neves.
“Fui preso em janeiro de 2014 e solto cinco dias depois da eleição presidencial. O Ministério Público falou na denúncia que eu iria atrapalhar a sucessão presidencial”, relatou.
O integrante da Coordenação Geral do Sindicato de Jornalistas do Distrito, Federal Wanderlei Pozzembom, reforçou que os profissionais de imprensa são alvos de diferentes meios, como processos e ameaças. "Sem uma imprensa livre, a democracia não existe, ela não existirá", frisou.
Durante a audiência, o presidente da Comissão de Direitos Humanos, deputado Padre João (PT-MG), destacou que os jornalistas têm sido “os grandes profetas de anunciar e denunciar” abusos e, por isso, sofrem perseguições.
“Tenho certeza de que não se pode descuidar. Essa perseguição é uma das formas, mas há pessoas que matam, executam sem dó nem piedade", declarou Padre João.
Crédito:Luis Macedo/Câmara dos Deputados
De acordo com a Agência Câmara Notícias, o jornalista Marco Aurélio Carone, dono do Novo Jornal, denunciou a perseguição que sofreu após divulgar notícias contra a gestão do então governador de Minas Gerais Aécio Neves.
“Fui preso em janeiro de 2014 e solto cinco dias depois da eleição presidencial. O Ministério Público falou na denúncia que eu iria atrapalhar a sucessão presidencial”, relatou.
O integrante da Coordenação Geral do Sindicato de Jornalistas do Distrito, Federal Wanderlei Pozzembom, reforçou que os profissionais de imprensa são alvos de diferentes meios, como processos e ameaças. "Sem uma imprensa livre, a democracia não existe, ela não existirá", frisou.
Durante a audiência, o presidente da Comissão de Direitos Humanos, deputado Padre João (PT-MG), destacou que os jornalistas têm sido “os grandes profetas de anunciar e denunciar” abusos e, por isso, sofrem perseguições.
“Tenho certeza de que não se pode descuidar. Essa perseguição é uma das formas, mas há pessoas que matam, executam sem dó nem piedade", declarou Padre João.





