Jornalistas criam serviço de streaming de histórias em quadrinhos
De olhos nas novas tecnologias, os jornalistas cearenses Ramon Cavalcante e George Pedrosa anunciaram para o próximo mês de novembro o
Atualizado em 23/10/2015 às 19:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
De olhos nas novas tecnologias, os jornalistas cearenses Ramon Cavalcante e George Pedrosa anunciaram para o próximo mês de novembro o do " ", serviço de streaming baseado em empresas como a Netflix e o Spotify que irá disponibilizar histórias em quadrinhos.
Crédito:Reprodução/YouTube Cosmic foi criado por dupla de jornalistas brasileiros De acordo com O Globo , a o serviço quer ampliar tanto a demanda quanto a oferta do mercado impresso de quadrinhos no Brasil, que tem valores altos de produção e aquisição. Cavalcante afirma que o mercado não dá conta do volume de público, que quer consumir uma grande quantidade de obras sem pagar um valor absurdo.
"É uma leitura rápida, por isso é difícil cobrar caro e aí está o problema, já que os custos de publicação são altos. A distribuição pode representar 30% do valor da revista, o mesmo com postos de venda e ainda tem a impressão, que vai de 12 a 20% do preço", comentou.
Desenvolvido para computador, tablet e celular, o serviço dará ao usuário acesso a um banco de histórias em quadrinhos por R$15,90 mensais. Do valor, 30% será destinado à manutenção do serviço, enquanto os outros 70% serão repassados aos autores de forma proporcional aos acessos de cada história.
"Para exemplificar, se 75% das páginas lidas por usuários são de quadrinhos do autor A e 25% são do B, eles ficarão com essas mesmas porcentagens de royalties do usuário. O A ganharia R$ 8,35 e o B R$ 2,78 (totalizando os R$ 11,13 correspondentes ao 70% do valor da assinatura)", explicou Pedrosa.
Assista ao vídeo de apresentação da plataforma:
Crédito:Reprodução/YouTube Cosmic foi criado por dupla de jornalistas brasileiros De acordo com O Globo , a o serviço quer ampliar tanto a demanda quanto a oferta do mercado impresso de quadrinhos no Brasil, que tem valores altos de produção e aquisição. Cavalcante afirma que o mercado não dá conta do volume de público, que quer consumir uma grande quantidade de obras sem pagar um valor absurdo.
"É uma leitura rápida, por isso é difícil cobrar caro e aí está o problema, já que os custos de publicação são altos. A distribuição pode representar 30% do valor da revista, o mesmo com postos de venda e ainda tem a impressão, que vai de 12 a 20% do preço", comentou.
Desenvolvido para computador, tablet e celular, o serviço dará ao usuário acesso a um banco de histórias em quadrinhos por R$15,90 mensais. Do valor, 30% será destinado à manutenção do serviço, enquanto os outros 70% serão repassados aos autores de forma proporcional aos acessos de cada história.
"Para exemplificar, se 75% das páginas lidas por usuários são de quadrinhos do autor A e 25% são do B, eles ficarão com essas mesmas porcentagens de royalties do usuário. O A ganharia R$ 8,35 e o B R$ 2,78 (totalizando os R$ 11,13 correspondentes ao 70% do valor da assinatura)", explicou Pedrosa.
A expectativa, segundo os criadores, é de que o "Cosmic" alcance 50 quadrinhos disponíveis já no lançamento da plataforma. Entre alguns dos artistas que vão usar o serviço para divulgar suas histórias estão Mario Cau, idealizador do projeto "Morphine", Sirlanney Freira, de "Magra de Ruim", além dos criadores da HQ "Mayara e Annabelle", Pablo Casado e Talles Rodrigues.
Assista ao vídeo de apresentação da plataforma:





