Jornalista sugere califado de presidente da Turquia em novo cenário político no país
O colunista turco Abdurrahman Dilipak, do jornal Yeni Akit, pró-governo, sugeriu que o presidente Recep Tayyip Erdogan s
Atualizado em 26/10/2015 às 12:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
O colunista Abdurrahman Dilipak, do jornal Yeni Akit , pró-governo, sugeriu que o presidente Recep Tayyip Erdogan será o novo "califa" (sucessor do profeta Maomé como chefe da nação) do mundo muçulmano e acolherá os países em seu palácio caso a Turquia adote um sistema presidencial. Crédito:Reprodução Presidente turco seria o novo califa, segundo jornalista pró-governo A declaração foi publicada pelo site de notícias T24 no último sábado (24/10). O comentário de Dilipak foi feito durante um discurso em Toronto, no Canadá, como parte da campanha eleitoral do Partido da Justiça e Desenvolvimento (AKP).
Em um artigo, o jornal afirma que Mahdi, redentor profetizado do Islã, assumirá um papel ativo na guerra síria. Depois da derrota dos exércitos das potências ocidentais no país, o texto diz que ele irá para Jerusalém conquistar a cidade com a ajuda do califa.
Este ano, o país enfrenta a imposição para formar um novo governo. O Partido da Justiça e Desenvolvimento (AKP) perdeu a maioria no parlamento depois de 13 anos de domínio absoluto da vida política. A votação, que Erdogan transformou em um plebiscito sobre sua liderança, obriga a sigla, pela primeira vez, a formar uma coalizão ou a governar em minoria. A imprensa turca especula que o líder e a legenda querem eleições para ter novamente a maioria absoluta, o que facilitaria a Erdogan conseguir reformar a constituição do país, implantando o sistema presidencialista.
Em um artigo, o jornal afirma que Mahdi, redentor profetizado do Islã, assumirá um papel ativo na guerra síria. Depois da derrota dos exércitos das potências ocidentais no país, o texto diz que ele irá para Jerusalém conquistar a cidade com a ajuda do califa.
Este ano, o país enfrenta a imposição para formar um novo governo. O Partido da Justiça e Desenvolvimento (AKP) perdeu a maioria no parlamento depois de 13 anos de domínio absoluto da vida política. A votação, que Erdogan transformou em um plebiscito sobre sua liderança, obriga a sigla, pela primeira vez, a formar uma coalizão ou a governar em minoria. A imprensa turca especula que o líder e a legenda querem eleições para ter novamente a maioria absoluta, o que facilitaria a Erdogan conseguir reformar a constituição do país, implantando o sistema presidencialista.





