Jornalista norte-americana entra em quarentena após produzir reportagem sobre ebola
Lara Logan, da CBS, tomou a decisão de se isolar por 21 dias num quarto de hotel na África do Sul.
Atualizado em 11/11/2014 às 19:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
Após encerrar a produção de uma reportagem sobre a epidemia de ebola na África, a jornalista norte-americana Lara Logan tomou a decisão de se isolar por 21 dias num quarto de hotel na África do Sul para se prevenir de uma possível transmissão da doença. A repórter esteve na Libéria gravando um especial para o programa "60 Minutes", da CBS.
Crédito:Divulgação Jornalista está em quarentena por vontade própria
Segundo o portal Aol, Lara não apresenta qualquer sintoma da doença e tomou a decisão voluntariamente por precaução. A jornalista deve deixar a quarentena na próxima sexta-feira (14/11). Outros membros da equipe também estão isolados para impedir a transmissão do vírus.
De acordo com Lara, a equipe tomou todas as precauções possível para não serem contaminados enquanto visitavam centros de tratamentos e outras regiões do país. "Geoff [Maberly, produtor do programa] nos vigiou por cada minuto do dia. Ele nos borrifou com cloro e desinfetou tudo: os motoristas, os carros, a bagagem", explicou.
"Nós pensamos que os americanos que estão trabalhando lá - que estão com essas pessoas todo dia, que optaram por estar lá - poderiam ajudar a mostrar o sofrimento dos liberianos através de suas próprias experiências. Você tem que se manter equilibrado, porque esse é o seu trabalho, e você não pode estar lá se não conseguir fazer isso. Mas é desolador, tem sido muito difícil para nós", acrescentou a jornalista.
Crédito:Divulgação Jornalista está em quarentena por vontade própria
Segundo o portal Aol, Lara não apresenta qualquer sintoma da doença e tomou a decisão voluntariamente por precaução. A jornalista deve deixar a quarentena na próxima sexta-feira (14/11). Outros membros da equipe também estão isolados para impedir a transmissão do vírus.
De acordo com Lara, a equipe tomou todas as precauções possível para não serem contaminados enquanto visitavam centros de tratamentos e outras regiões do país. "Geoff [Maberly, produtor do programa] nos vigiou por cada minuto do dia. Ele nos borrifou com cloro e desinfetou tudo: os motoristas, os carros, a bagagem", explicou.
"Nós pensamos que os americanos que estão trabalhando lá - que estão com essas pessoas todo dia, que optaram por estar lá - poderiam ajudar a mostrar o sofrimento dos liberianos através de suas próprias experiências. Você tem que se manter equilibrado, porque esse é o seu trabalho, e você não pode estar lá se não conseguir fazer isso. Mas é desolador, tem sido muito difícil para nós", acrescentou a jornalista.





