O advogado e jornalista uruguaio Edison Lanza foi escolhido pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA) para ser o novo relator especial para Liberdade de Expressão.
Crédito:Divulgação Edison Lanza assume a cadeira após a saída de Catalina Botero
De acordo com o El País , uma das principais missões de Lanza será defender a relatoria dos ataques das chamadas nações bolivarianas. Com a direção de Catalina, a Relatoria Especial de Liberdade de Expressão tornou-se a maior arrecadadora de fundos extra-cotas da CIDH, consolidando sua independência. A ação irritou governos, que se dizem perseguidos por seus relatórios.
O CIDH escolheu o jornalista por “sua capacidade de trabalhar de maneira eficaz com Estados, organizações da sociedade civil e outros atores do sistema interamericano de direitos humanos”, comunicou a CIDH ao anunciar a decisão. Em sua eleição pesou também “o amplo respaldo que sua candidatura recebeu (...) demonstrado por organizações da sociedade civil de numerosos países da região”.
Lanza tem ampla experiência em veículos de comunicação, com o Búsqueda, na resolução de casos diante do Sistema Interamericano de Direitos Humanos e na fundação de entidades civis e de advocacia de direitos fundamentais.
Concorriam com ele o jurista chileno Francisco Javier Cox Vial, o jurista peruano David Lovatón, o advogado equatoriano Juan Pablo Alban e a jornalista guatemalteca Ileana Alamilla Bustamante.
Crédito:Divulgação Edison Lanza assume a cadeira após a saída de Catalina Botero
De acordo com o El País , uma das principais missões de Lanza será defender a relatoria dos ataques das chamadas nações bolivarianas. Com a direção de Catalina, a Relatoria Especial de Liberdade de Expressão tornou-se a maior arrecadadora de fundos extra-cotas da CIDH, consolidando sua independência. A ação irritou governos, que se dizem perseguidos por seus relatórios.
O CIDH escolheu o jornalista por “sua capacidade de trabalhar de maneira eficaz com Estados, organizações da sociedade civil e outros atores do sistema interamericano de direitos humanos”, comunicou a CIDH ao anunciar a decisão. Em sua eleição pesou também “o amplo respaldo que sua candidatura recebeu (...) demonstrado por organizações da sociedade civil de numerosos países da região”.
Lanza tem ampla experiência em veículos de comunicação, com o Búsqueda, na resolução de casos diante do Sistema Interamericano de Direitos Humanos e na fundação de entidades civis e de advocacia de direitos fundamentais.
Concorriam com ele o jurista chileno Francisco Javier Cox Vial, o jurista peruano David Lovatón, o advogado equatoriano Juan Pablo Alban e a jornalista guatemalteca Ileana Alamilla Bustamante.


