Jornalista do Azerbaijão é morto depois de criticar jogador de futebol em rede social
O jornalista do Azerbaijão, Rasim Aliyev, foi morto por um grupo de homens depois de criticar um jogador de futebol no Facebook.
Atualizado em 10/08/2015 às 14:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
O jornalista do , Rasim Aliyev, foi morto por um grupo de homens depois de criticar um jogador de futebol no Facebook.
Crédito:Reprodução/Facebook Crítica do jornalista ao atleta rendeu agressão que causou sua morte
Segundo a revista Sábado , o repórter disse em sua rede social que o jogador Javid Huseynov, de um time local, mostrou uma bandeira da Turquia durante um partida e, por isso, não sabia se comportar e jogar na Europa.
Informações do jornal Le Monde , apontam que o jornalista, já no hospital onde faleceu, explicou que depois da discussão no Facebook foi convidado para tomar um chá. No local combinado, apareceram “cinco ou seis homens” que o espancaram.
O Azerbaijão é um país de maioria muçulmana e, atualmente, luta contra a Turquia pela conquista de terras do Chipre. Por isso, a atitude do atleta incomodou o jornalista.
Crédito:Reprodução/Facebook Crítica do jornalista ao atleta rendeu agressão que causou sua morte
Segundo a revista Sábado , o repórter disse em sua rede social que o jogador Javid Huseynov, de um time local, mostrou uma bandeira da Turquia durante um partida e, por isso, não sabia se comportar e jogar na Europa.
Informações do jornal Le Monde , apontam que o jornalista, já no hospital onde faleceu, explicou que depois da discussão no Facebook foi convidado para tomar um chá. No local combinado, apareceram “cinco ou seis homens” que o espancaram.
O Azerbaijão é um país de maioria muçulmana e, atualmente, luta contra a Turquia pela conquista de terras do Chipre. Por isso, a atitude do atleta incomodou o jornalista.
Um dos assessores do presidente do país, Ilham Aliyev, informou que o caso será investigado. O Azerbaijão passa por um momento de perseguição aos profissionais de imprensa. Durante os primeiros Jogos Europeus, algumas instituições pediram pela libertação de presos políticos.





