Jornalista Daniel Pearl teria sido decapitado por mentor dos ataques de 11/09, diz investigação
Jornalista Daniel Pearl teria sido decapitado por mentor dos ataques de 11/09, diz investigação
Atualizado em 21/01/2011 às 08:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
Uma investigação realizada pelo Pearl Projetc, da Universidade de Georgetown (EUA), concluiu que o jornalista Daniel Pearl foi morto por Khalid Sheik Mohammed, homem considerado o número três da hierarquia da Al Qaeda e mentor dos ataques de 11 de setembro de 2001 contra o World Trade Center, em Nova York.
De acordo com informações da BBC Brasil, o jornalista teria sido decapitado por Mohammed em 2002, quando viajou ao Paquistão para realizar uma reportagem sobre o fundamentalismo islâmico para o jornal Wall Street Journal . Em janeiro de 2002, Pearl foi sequestrado no país, e seu corpo foi encontrado em uma cova rasa na cidade de Karachi meses depois.
A investigação do Pearl Project concluiu, ainda, que os quatro homens presos acusados de participação no crime - o britânico de origem paquistanesa Ahmed Omar Saeed Sheikh e outros três - não estavam no momento em que o jornalista foi assassinado. Na época, Sheikh foi condenado à morte e os outros três à prisão perpétua.
Além disso, uma testemunha-chave do caso teria sido persuadida a mudar seu depoimento original, e passou a afirmar que Sheikh tinha sido visto em um restaurante onde o profissional de imprensa foi sequestrado. O nome do integrante da Al Qaeda foi apontado após a comparação técnica de um vídeo divulgado após o seqüestro de Pearl.
As análises das veias de uma mão, que seria do suposto assassino, sugerem que ela é idêntica a de Mohammed. O mentor dos ataques às Torres Gêmeas foi detido no Paquistão desde 2003, e em 2006 foi transferido para o centro de detenção de Guantánamo, em Cuba, onde confessou o assassinato de Pearl, de acordo com documentos do Pentágono.
A história do jornalista virou filme protagonizado pela atriz Angelina Jolie, em 2007. "A Mighty Heart" ("O Preço da Coragem") foi inspirado no livro "A Mighty Heart: The Brave Live & Death of My Husband Danny Pearl", escrito pela viúva do jornalista, Mariane Pearl.
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De acordo com informações da BBC Brasil, o jornalista teria sido decapitado por Mohammed em 2002, quando viajou ao Paquistão para realizar uma reportagem sobre o fundamentalismo islâmico para o jornal Wall Street Journal . Em janeiro de 2002, Pearl foi sequestrado no país, e seu corpo foi encontrado em uma cova rasa na cidade de Karachi meses depois.
A investigação do Pearl Project concluiu, ainda, que os quatro homens presos acusados de participação no crime - o britânico de origem paquistanesa Ahmed Omar Saeed Sheikh e outros três - não estavam no momento em que o jornalista foi assassinado. Na época, Sheikh foi condenado à morte e os outros três à prisão perpétua.
Além disso, uma testemunha-chave do caso teria sido persuadida a mudar seu depoimento original, e passou a afirmar que Sheikh tinha sido visto em um restaurante onde o profissional de imprensa foi sequestrado. O nome do integrante da Al Qaeda foi apontado após a comparação técnica de um vídeo divulgado após o seqüestro de Pearl.
As análises das veias de uma mão, que seria do suposto assassino, sugerem que ela é idêntica a de Mohammed. O mentor dos ataques às Torres Gêmeas foi detido no Paquistão desde 2003, e em 2006 foi transferido para o centro de detenção de Guantánamo, em Cuba, onde confessou o assassinato de Pearl, de acordo com documentos do Pentágono.
A história do jornalista virou filme protagonizado pela atriz Angelina Jolie, em 2007. "A Mighty Heart" ("O Preço da Coragem") foi inspirado no livro "A Mighty Heart: The Brave Live & Death of My Husband Danny Pearl", escrito pela viúva do jornalista, Mariane Pearl.
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