Jornalista canadense e fotógrafo australiano deixam Somália após 15 meses de sequestro

Jornalista canadense e fotógrafo australiano deixam Somália após 15 meses de sequestro

Atualizado em 26/11/2009 às 12:11, por Redação Portal IMPRENSA.

A jornalista canadense Amanda Lindhout e o fotógrafo australiano Nigel Brennam, libertados na última quarta-feira (25) após 15 meses de seqüestro na Somália, deixaram a capital Mogadíscio em direção a Nairóbi, no Quénia.

Em entrevista à agência EFE, Brennam disse que tanto ele quanto Amanda foram maltratados no período em que estiveram seqüestrados. "Torturaram-me para me forçar a pedir a minha família que pagasse um resgate, e foi terrível o modo com que nos maltrataram", disse o fotógrafo.

Os dois profissionais foram raptados quando viajavam para um campo de refugiados nos arredores de Mogadíscio, em 23 de agosto de 2008. Segundo o ministro de Segurança Interna somali, Mohammed Sanbaloshe, a libertação das vítimas foi feita após pagamento de resgate no valor de US$ 700 mil aos sequestradores.

Já uma fonte do grupo Duduble, que integra o clã Hawiye -responsável pelo seqüestro de um dos profissionais -disse que o resgate foi feito após pagamento de US$ 2 milhões.

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