Jornalista britânico admite ter grampeado telefone de atriz de TV no Reino Unido
Graham Johnson se declarou culpado como parte do escândalo de escutas telefônicas em jornais britânicos.
Atualizado em 07/11/2014 às 12:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
Na última quinta-feira (6/11), Graham Johnson, ex-repórter do jornal britânico Sunday Mirror , admitiu diante do Tribunal de Westminster ter grampeado o telefone de uma uma atriz de novelas no Reino Unido. O jornalista, que se entregou voluntariamente à polícia, se declarou culpado, mas ainda aguarda julgamento.
Crédito:Reprodução/BBC Graham Johnson se entregou voluntariamente à polícia e aguarda julgamento
Segundo The Telegraph , Johnson ouviu de 10 a 13 mensagens de voz por dia durante uma semana após receber "instruções de como invadir correio de voz" de seus superiores. A defesa alega que, na época, o jornalista não sabia que estava cometendo um crime. O objetivo era descobrir se a atriz em questão estava se encontrando com um traficante de drogas local.
O juiz Quentin Purdy encaminhou o caso para o Tribunal Criminal Central da Inglaterra, conhecido como Old Bailey. "Devido à gravidade da intrusão, mesmo que por um curto período de tempo, esta corte não tem poderes suficientes para lidar com o caso", sentenciou, agendando o julgamento para 27 de novembro.
Crédito:Reprodução/BBC Graham Johnson se entregou voluntariamente à polícia e aguarda julgamento
Segundo The Telegraph , Johnson ouviu de 10 a 13 mensagens de voz por dia durante uma semana após receber "instruções de como invadir correio de voz" de seus superiores. A defesa alega que, na época, o jornalista não sabia que estava cometendo um crime. O objetivo era descobrir se a atriz em questão estava se encontrando com um traficante de drogas local.
O juiz Quentin Purdy encaminhou o caso para o Tribunal Criminal Central da Inglaterra, conhecido como Old Bailey. "Devido à gravidade da intrusão, mesmo que por um curto período de tempo, esta corte não tem poderes suficientes para lidar com o caso", sentenciou, agendando o julgamento para 27 de novembro.





