Jornalista acusado de extorsão permanece internado em clínica no MT
A Justiça do Mato Grosso autorizou o jornalista Max Feitosa Milas, acusado de extorquir políticos e empresários do Estado, a permanecer no Centro de Reabilitação JKR, em Vázea Grande (MT), até a próxima segunda-feira (8/7), para cumprir tratamento.
Atualizado em 02/08/2016 às 17:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
autorizou o jornalista , acusado de extorquir políticos e empresários do Estado, a permanecer no Centro de Reabilitação JKR, em Vázea Grande (MT), até a próxima segunda-feira (8/7), para cumprir tratamento. De acordo com o site Olhar Jurídico, Milas foi internado depois de um "episódio depressivo grave sem sintomas psicóticos". Na clínica, única do Estado que aceita internações compulsórias, ele é monitorado por uma tornozeleira eletrônica. O jornalista chegou a alegar que o uso do aparelho é um agravante para seu problema de depressão. Crédito:Reprodução Jornalista é monitorado por tornozeleira eletrônica
Segundo um laudo registrado pela defesa, Milas começou o tratamento por determinação da família, no dia 19 do mês passado. O documento aponta que o jornalista ficou 54 dias no sistema prisional como cumprimento de ordem jurídica e que, nesse período, "seus responsáveis informaram que o mesmo já tinha tentado contra sua própria vida".
As práticas ilegais foram deflagradas na Operação "Liberdade de Extorsão", da Delegacia Especializada de Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública (Defaz). A PF prendeu, além de Max, seu pai e seu irmão, Antônio Carlos e Maycon Milas, respectivamente, Naedson Martins da Silva, editor chefe do Brasil Notícias , Antônio Peres Pacheco e Haroldo Ribeiro.
Segundo um laudo registrado pela defesa, Milas começou o tratamento por determinação da família, no dia 19 do mês passado. O documento aponta que o jornalista ficou 54 dias no sistema prisional como cumprimento de ordem jurídica e que, nesse período, "seus responsáveis informaram que o mesmo já tinha tentado contra sua própria vida".
As práticas ilegais foram deflagradas na Operação "Liberdade de Extorsão", da Delegacia Especializada de Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública (Defaz). A PF prendeu, além de Max, seu pai e seu irmão, Antônio Carlos e Maycon Milas, respectivamente, Naedson Martins da Silva, editor chefe do Brasil Notícias , Antônio Peres Pacheco e Haroldo Ribeiro.





