Jornalista acusado de divulgar "falsas notícias" terá novo julgamento no Egito
O Tribunal Penal do Cairo marcou para o dia 6 de janeiro de 2016 o julgamento do jornalista Ahmed Abdullah, da Al Jazeera, acusado no chamad
Atualizado em 07/12/2015 às 13:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
O Tribunal Penal do Cairo marcou para o dia 6 de janeiro de 2016 o julgamento do jornalista Ahmed Abdullah, da , acusado no chamado caso "Marriot Cell", que chegou a condenar a 7 anos de prisão os jornalistas Peter Greste, Mohamed Fahmy e Baher Mohamed.
De acordo com o Daily News Egypt , Abdullah enfrenta várias acusações, incluindo pertencer a um grupo terrorista, violar a privacidade dos cidadãos e prejudicar a unidade nacional.
Shaaban Al-Sayed, advogado de defesa do jornalista, diz que as denúncias não foram totalmente investigados e não há nenhuma prova de envolvimento de Abdullah.
O caso "Marriot Cell" inclui 20 réus acusados ??de coletar vídeos no Marriot Hotel e propagar notícias falsas para prejudicar a segurança nacional do Egito.
A ONG Repórteres Sem Fronteiras condenou a detenção dos jornalistas e considerou o ato uma violação explícita da liberdade de expressão no país.
De acordo com o Daily News Egypt , Abdullah enfrenta várias acusações, incluindo pertencer a um grupo terrorista, violar a privacidade dos cidadãos e prejudicar a unidade nacional.
Shaaban Al-Sayed, advogado de defesa do jornalista, diz que as denúncias não foram totalmente investigados e não há nenhuma prova de envolvimento de Abdullah.
O caso "Marriot Cell" inclui 20 réus acusados ??de coletar vídeos no Marriot Hotel e propagar notícias falsas para prejudicar a segurança nacional do Egito.
A ONG Repórteres Sem Fronteiras condenou a detenção dos jornalistas e considerou o ato uma violação explícita da liberdade de expressão no país.





