Jornal opositor venezuelano terá circulação semanal por falta de papel no país
Última edição diária foi às bancas na quinta-feira (26/2)
Atualizado em 27/02/2015 às 09:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
O jornal Tal Cual , um dos maiores símbolos do pensamento opositor na Venezuela, passará a circular semanalmente por falta de papel. A . Agora, a maior parte da produção será divulgada no site.
Crédito:Reprodução Jornal acusa governo de prejudicar acesso às matérias-primas do jornal
De acordo com a Folha de S.Paulo , o diário informou em comunicado que o objetivo continuará sendo "falar ao país de forma clara e direta". A publicação questionou o "incessante acosso judicial, político e econômico [por parte do presidente] Nicolás Maduro".
O Tal Cual acusa o governo de impedir o acesso aos dólares necessários para adquirir bobinas de papel e outros equipamentos importados utilizados na impressão.
O Estado passou a regular a disponibilidade de divisas para empresas que precisam importar. A falta de papel também se soma a outras razões de diversidades entre a imprensa opositora e o presidente.
No El Universal , por exemplo, comprado em 2014 por investidores próximos do chavismo, funcionários foram demitidos por publicar críticas ao governo. A TV Globovision e o Ultimas Notícias também deixaram de fazer questionamentos.
Crédito:Reprodução Jornal acusa governo de prejudicar acesso às matérias-primas do jornal
De acordo com a Folha de S.Paulo , o diário informou em comunicado que o objetivo continuará sendo "falar ao país de forma clara e direta". A publicação questionou o "incessante acosso judicial, político e econômico [por parte do presidente] Nicolás Maduro".
O Tal Cual acusa o governo de impedir o acesso aos dólares necessários para adquirir bobinas de papel e outros equipamentos importados utilizados na impressão.
O Estado passou a regular a disponibilidade de divisas para empresas que precisam importar. A falta de papel também se soma a outras razões de diversidades entre a imprensa opositora e o presidente.
No El Universal , por exemplo, comprado em 2014 por investidores próximos do chavismo, funcionários foram demitidos por publicar críticas ao governo. A TV Globovision e o Ultimas Notícias também deixaram de fazer questionamentos.





