João Sayad entrega comando da Fundação Padre Anchieta após grandes mudanças
Com a eleição de Marcos Mendonça como novo presidente da Fundação Padre Anchieta, João Sayad deixa os três anos de gestão marcados como o período de uma das maiores reformulações administrativa e financeira pela qual a instituição, especialmente a TV Cultura, já atravessaram.
Atualizado em 14/05/2013 às 14:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
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Crédito:Divulgação Sayad faz balanço sobre seu comando na Fundação Padre Anchieta
De acordo com o Meio & Mensagem , quando Sayad assumiu o mandato, 2.124 pessoas faziam parte do quadro de funcionários da Fundação. Em fevereiro deste ano, esse número reduziu quase à metadem para 1.140. Além dessa proposta de eliminar cargos ociosos e otimizar produções da Padre Anchieta, durante a gestão, a curva dos repasses governamentais e das receitas próprias da Fundação se inverteram.
Quanto à grade de programação, desde o ano passado com a presidência de Sayad, a TV Cultura vem priorizando as atrações que valorizam a interatividade e os recursos de segunda tela. A tendência é a de que seja retornada a exibição de novos programas que, na média geral, levaram a emissora ao quinto lugar na média do Ibope em São Paulo, ultrapassando a RedeTV.
Em artigo publicado no dia 6 de maio, na Folha de S.Paulo , interpretado como uma crítica à Fundação, Sayad escreveu: ”Existe também a corrupção pequena (de custeio, diriam os economistas): contrata parentes, compra papel higiênico superfaturado, orienta a criação de empresas de fachada para prestarem serviços, cria cooperativas para pagar funcionários terceirizados, faz acordo de ‘kick back’ com os fornecedores e, principalmente, avacalha, paralisa, lasseia e termina por matar a organização que administra”.
Diferentemente dos presidentes anteriores, Sayad declinou de disputar um segundo mandato.






