Intelectuais condenam violência contra jornalistas em carta ao presidente do México
Um grupo de 500 pessoas, incluindo escritores, artistas e intelectuais, enviou no último domingo (16/8) uma carta aberta ao presidente do&nb
Atualizado em 17/08/2015 às 16:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
Um grupo de 500 pessoas, incluindo escritores, artistas e intelectuais, enviou no último domingo (16/8) uma carta aberta ao presidente do , Enrique Peña Nieto, solicitando uma maior atenção do governo acerca da situação de perigo vivenciada pelos profissionais de imprensa do país.
Crédito:Divulgação Intelectuais cobram de Peña Nieto medidas para proteger jornalistas
De acordo com a AFP, o grupo inclui personalidades como o escritor britânico Salman Rushdie, o americano Paul Auster e a canadense Margaret Atwood, condenou a violência no país. A crítica mais recente foi direcionada ao assassinato do fotojornalista Rubén Espinosa, encontrado morto no último dia 1° de agosto.
"Gostaríamos de expressar nossa indignação em relação aos ataques mortais contra jornalistas no México. Um ataque contra a vida de um jornalista representa o mesmo que um ataque contra a sociedade, que perde seu direito de ser informada".
Baseada no levantamento anual da Repórteres Sem Fronteiras (RSF) sobre crimes contra a imprensa, os intelectuais comentaram sobre a morte de Espinosa. Desde 2000, segundo a entidade, foram contabilizados 88 assassinatos no México.
Crédito:Divulgação Intelectuais cobram de Peña Nieto medidas para proteger jornalistas
De acordo com a AFP, o grupo inclui personalidades como o escritor britânico Salman Rushdie, o americano Paul Auster e a canadense Margaret Atwood, condenou a violência no país. A crítica mais recente foi direcionada ao assassinato do fotojornalista Rubén Espinosa, encontrado morto no último dia 1° de agosto.
"Gostaríamos de expressar nossa indignação em relação aos ataques mortais contra jornalistas no México. Um ataque contra a vida de um jornalista representa o mesmo que um ataque contra a sociedade, que perde seu direito de ser informada".
Baseada no levantamento anual da Repórteres Sem Fronteiras (RSF) sobre crimes contra a imprensa, os intelectuais comentaram sobre a morte de Espinosa. Desde 2000, segundo a entidade, foram contabilizados 88 assassinatos no México.
"Este [Espinosa] é apenas o último dos atentados contra a imprensa. Ele aconteceu justamente em uma cidade considerada um dos últimos lugares seguros para jornalistas, que é a Cidade do México. Agora já não parece ser um refúgio seguro para os profissionais", ressaltou a carta.





