The Economist diz que terroristas avisaram, por e-mail, que atacariam a Índia

The Economist diz que terroristas avisaram, por e-mail, que atacariam a Índia

Atualizado em 28/11/2008 às 15:11, por Redação Portal IMPRENSA.

The Economist diz que terroristas avisaram, por e-mail, que atacariam a Índia

A revista The Economist informou, nesta sexta-feira (28), que o grupo terrorista Deccan Mujahidden, responsável pelos atentados desta semana em Mumbai, na Índia, enviou um e-mail, em setembro, às agências de notícia indianas ameaçando atacar a cidade. Pelo menos 125 pessoas morreram e 300 ficaram feridas nos atentados da última quarta-feira (26).

"Em setembro o grupo enviou alguns e-mails a agências de notícias acusando a polícia de Mumbai de assediar e ameaçar os muçulmanos. A mensagem informava que 'nós estamos observando vocês e esperando o momento certo para executar o seu sangue'", disse a publicação. Na mensagem, os criminosos pediram que a polícia de Mumbai parasse de perseguir a comunidade muçulmana.

O e-mail teria sido enviado para "avisar todas as pessoas de Mumbai sobre a possibilidade de acontecer ataques no futuro e que a responsabilidade ficaria com os policiais".

Segundo a Folha Online, na noite da última quarta, vários pontos de concentração de turistas ocidentais foram atingidos pelos criminosos na cidade. Dois hotéis de luxo, uma estação de trem e uma casa judaica foram alguns dos locais afetados. O grupo assumiu a autoria dos atentados no mesmo dia, também por e-mail.

Nesta sexta-feira (28), a ameaça de novos tiroteios em uma estação de trem provocou pânico na população. "Às 13h local (4h30 em Brasília) geraram vários rumores de novos tiroteios na estação de trem Chhatrapati Shivaji Terminus, próximo a um prédio central indiano", disse um policial a agência de notícias indiana IANS.

As estações de trem foram um dos locais atingidos durante os atentados desta semana. Os boatos de novas explosões causaram pânicos entre os passageiros e a estação foi fechada. Agentes de segurança procuraram pelos supostos criminosos que estariam no local, mas ninguém foi encontrado.

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