Hollande pede a jornalistas que respeitem sua vida privada e diz que não processará “Closer”
Após a revista Closer revelar que o presidente francês, François Hollande, teria uma suposta relação secreta com a atriz Jullie Gayet, o chefe de Estado participou, nesta terça-feira (14/1), de uma coletiva de imprensa organizada para esclarecer questões políticas sobre seu governo.
Atualizado em 14/01/2014 às 15:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
que o presidente francês, François Hollande, teria uma suposta relação secreta com a atriz Jullie Gayet, o chefe de Estado participou, nesta terça-feira (14/1), de uma coletiva de imprensa organizada para esclarecer questões políticas sobre seu governo. Na ocasião, o chefe de estado pediu que os jornalistas respeitassem sua vida privada, e adiantou que não processará a publicação pelo dossiê.
Crédito:Reprodução Edição especial traz 'um dossiê de sete páginas com imagens da relação amorosa' De acordo com o jornal O Globo , Hollande revelou sua “total indignação” com as revelações da revista Closer, mas que não entrará na Justiça por não acreditar em “dois pesos, duas medidas”, já que é protegido pela imunidade presidencial.
"É uma questão de princípios. Mas minha indignação é total. É uma violação que atinge uma liberdade fundamental e que pode ter a ver com todos vocês. Somos um país de uma grande liberdade, mas devemos ter esse princípio de respeito da vida privada e da dignidade das pessoas".
Nesta terça-feira, o presidente francês enfrentou 500 jornalistas, que se mobilizaram para questionar temas delicados após um ano politicamente ruim e próximo às eleições municipais de março. Esta foi a primeira vez que o chefe de esta do apareceu em público após as revelações da Closer .
Hollande falou também rapidamente sobre a situação de Valerie Trierweiler - sua companheira, quando questionado se ela continuaria sendo a primeira-dama da França.
"Cada pessoa em sua vida pode pode atravessar desafios. É o nosso caso. São momentos dolorosos. Mas tenho um princípio: assuntos privados devem ser tratados em particular. Não é, portanto, nem o lugar nem o momento de fazê-lo. Eu não responderei a nenhuma pergunta sobre esse tema hoje"
Valérie Trierweiler, hospitalizada após as revelações da revista Closer , não pôde deixar o hospital na última segunda-feira (13/1) como previsto. "Os médicos consideram que ela precisa de mais descanso", explicou a presidência.
O presidente vive um momento delicado na vida pública. Segundo as últimas pesquisas, ele tem apoio de apenas um quarto da população. O descontentamento, em decorrência da pressão fiscal com alto índice de desemprego e as reestruturações, fez com que a popularidade do presidente francês caísse.
Crédito:Reprodução Edição especial traz 'um dossiê de sete páginas com imagens da relação amorosa' De acordo com o jornal O Globo , Hollande revelou sua “total indignação” com as revelações da revista Closer, mas que não entrará na Justiça por não acreditar em “dois pesos, duas medidas”, já que é protegido pela imunidade presidencial.
"É uma questão de princípios. Mas minha indignação é total. É uma violação que atinge uma liberdade fundamental e que pode ter a ver com todos vocês. Somos um país de uma grande liberdade, mas devemos ter esse princípio de respeito da vida privada e da dignidade das pessoas".
Nesta terça-feira, o presidente francês enfrentou 500 jornalistas, que se mobilizaram para questionar temas delicados após um ano politicamente ruim e próximo às eleições municipais de março. Esta foi a primeira vez que o chefe de esta do apareceu em público após as revelações da Closer .
Hollande falou também rapidamente sobre a situação de Valerie Trierweiler - sua companheira, quando questionado se ela continuaria sendo a primeira-dama da França.
"Cada pessoa em sua vida pode pode atravessar desafios. É o nosso caso. São momentos dolorosos. Mas tenho um princípio: assuntos privados devem ser tratados em particular. Não é, portanto, nem o lugar nem o momento de fazê-lo. Eu não responderei a nenhuma pergunta sobre esse tema hoje"
Valérie Trierweiler, hospitalizada após as revelações da revista Closer , não pôde deixar o hospital na última segunda-feira (13/1) como previsto. "Os médicos consideram que ela precisa de mais descanso", explicou a presidência.
O presidente vive um momento delicado na vida pública. Segundo as últimas pesquisas, ele tem apoio de apenas um quarto da população. O descontentamento, em decorrência da pressão fiscal com alto índice de desemprego e as reestruturações, fez com que a popularidade do presidente francês caísse.





