A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, anunciou ontem (15) em palestra na universidade George Washington, que o governo investirá US$ 25 milhões para internautas driblarem a censura à rede em ditaduras como a da China, Irã, Síria e outros.
Hillary reitera sobre o poder das mídias sociais como o YouTube, Facebook e Twitter como meio para expressar os anseios das populações destes países além de serem "aceleradores de mudanças política, social e econômica".
"Aqueles que erguem barreiras contra a liberdade na internet vão acabar se vendo encurralados", diz Hillary.
O comentário é feito em tempos de recrudescimento do regime iraniano, que bloqueia o acesso a internet para impedir a proliferação de protestos populares. A secretária de Estado reforça a importância histórica que a internet tem conquistado diante das mudanças políticas que vem ocorrendo no norte da África e mo Oriente Médio e podem ser precedentes a abertura de outros regimes fechados como China ou Coreia.
Além da verba destinada à liberdade na internet, os EUA também fizeram contas em farsi e árabe no Twitter para fazer comentários em apoio aos protestos no Oriente Médio. A ideia é fazer contas em russo, chinês e hindu.
A verba será somada aos US$ 20 milhões que já são destinados para tecnologia, ferramentas e treinamentos para derrubar os obstáculos impostos por governos repressores, relata o jornal O Globo.
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Hillary reitera sobre o poder das mídias sociais como o YouTube, Facebook e Twitter como meio para expressar os anseios das populações destes países além de serem "aceleradores de mudanças política, social e econômica".
"Aqueles que erguem barreiras contra a liberdade na internet vão acabar se vendo encurralados", diz Hillary.
O comentário é feito em tempos de recrudescimento do regime iraniano, que bloqueia o acesso a internet para impedir a proliferação de protestos populares. A secretária de Estado reforça a importância histórica que a internet tem conquistado diante das mudanças políticas que vem ocorrendo no norte da África e mo Oriente Médio e podem ser precedentes a abertura de outros regimes fechados como China ou Coreia.
Além da verba destinada à liberdade na internet, os EUA também fizeram contas em farsi e árabe no Twitter para fazer comentários em apoio aos protestos no Oriente Médio. A ideia é fazer contas em russo, chinês e hindu.
A verba será somada aos US$ 20 milhões que já são destinados para tecnologia, ferramentas e treinamentos para derrubar os obstáculos impostos por governos repressores, relata o jornal O Globo.
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