Hackers do Anonymous declaram "guerra" ao Estado Islâmico na internet
Ativistas informam que desativaram contas do Twitter e Facebook utilizadas por apoiadores do EI
Atualizado em 11/02/2015 às 13:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
O grupo hacktivista Anonymous declarou guerra contra o Estado Islâmico (EI) na internet. Os hackers afirmam que promoveram ataques contra diversas contas online ligadas aos extremistas.
"Nós vamos caçar e expor vocês, derrubar seus sites, contas, e-mails. De agora em diante, não há lugar online seguro para vocês", declararam em divulgado na última segunda-feira (9/2).
Crédito:Reprodução Grupo desativou perfis de pessoas ligadas ao Estado Islâmico
A rivalidade entre os grupos começou após o atentado à redação da revista francesa Charlie Hebdo, considerado pelo Anonymous como um ataque à liberdade de expressão. Poucos dias depois, os ativistas publicaram um vídeo no qual se comprometem a perseguir todas as organizações que tiveram qualquer envolvimento com o caso.
O grupo também disse que desativou algumas contas do Twitter e do Facebook utilizadas por apoiadores do EI. "Atacaremos e manteremos offline todos os sites da galáxia jihadista", dizia uma mensagem divulgada em sites derrubados.
Os ativistas destacam ainda que não seguem uma religião específica. "Somos muçulmanos, cristãos, judeus. Somos jovens e velhos, gay ou hétero. De todas as raças, países, religiões e etnias", informam.
Assista ao vídeo:
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"Nós vamos caçar e expor vocês, derrubar seus sites, contas, e-mails. De agora em diante, não há lugar online seguro para vocês", declararam em divulgado na última segunda-feira (9/2).
Crédito:Reprodução Grupo desativou perfis de pessoas ligadas ao Estado Islâmico
A rivalidade entre os grupos começou após o atentado à redação da revista francesa Charlie Hebdo, considerado pelo Anonymous como um ataque à liberdade de expressão. Poucos dias depois, os ativistas publicaram um vídeo no qual se comprometem a perseguir todas as organizações que tiveram qualquer envolvimento com o caso.
O grupo também disse que desativou algumas contas do Twitter e do Facebook utilizadas por apoiadores do EI. "Atacaremos e manteremos offline todos os sites da galáxia jihadista", dizia uma mensagem divulgada em sites derrubados.
Os ativistas destacam ainda que não seguem uma religião específica. "Somos muçulmanos, cristãos, judeus. Somos jovens e velhos, gay ou hétero. De todas as raças, países, religiões e etnias", informam.
Assista ao vídeo:
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