Governo dos EUA exige que Twitter entregue informações sobre pessoas ligadas ao Wikileaks
Governo dos EUA exige que Twitter entregue informações sobre pessoas ligadas ao Wikileaks
Atualizado em 10/01/2011 às 14:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
O cerco do governo norte-americano contra o site Wikileaks e seus colaboradores chegou até o serviço de microblog Twitter.
A Corte Distrital do estado da Virginia recebeu um pedido formal do governo federal para que o Twitter libere dados de pessoas ligadas ao Wikileaks, inclusive do criador Julian Assange.
As informações requeridas pelo governo incluem nomes de usuários, endereços, registros de conexão, números de telefone e detalhes de pagamento, segundo informa o site Adrenaline.
Segundo a intimação ao Twitter, o governo dos EUA conseguiu evidências de que as informações solicitadas são relevantes para o andamento das investigações contra Assange pelo vazamento de 250 mil documentos diplomáticos. Sabe-se que o Departamento de Justiça dos EUA tenta indiciar o jornalista por crime de conspiração por "roubar" documentos em parceria com o analista de inteligência do exército dos EUA, Bradley Manning.
Foram dados três dias para o Twitter responder a intimação. O microblog também foi orientado para não revelar qualquer informação sobre o pedido ou sobre a existência da investigação.
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A Corte Distrital do estado da Virginia recebeu um pedido formal do governo federal para que o Twitter libere dados de pessoas ligadas ao Wikileaks, inclusive do criador Julian Assange.
As informações requeridas pelo governo incluem nomes de usuários, endereços, registros de conexão, números de telefone e detalhes de pagamento, segundo informa o site Adrenaline.
Segundo a intimação ao Twitter, o governo dos EUA conseguiu evidências de que as informações solicitadas são relevantes para o andamento das investigações contra Assange pelo vazamento de 250 mil documentos diplomáticos. Sabe-se que o Departamento de Justiça dos EUA tenta indiciar o jornalista por crime de conspiração por "roubar" documentos em parceria com o analista de inteligência do exército dos EUA, Bradley Manning.
Foram dados três dias para o Twitter responder a intimação. O microblog também foi orientado para não revelar qualquer informação sobre o pedido ou sobre a existência da investigação.
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