Funcionários da Inteligência dos EUA admitem que jornalistas foram alvos de escuta
Funcionários da Inteligência dos EUA admitem que jornalistas foram alvos de escuta
Adrienne Kinne e David Murfee Faulk, dois antigos funcionários da inteligência militar norte-americana, confessaram em uma entrevista à ABC News que ouviram e transcreveram conversas telefônicas pessoais de jornalistas que cobriam a guerra no Iraque.
O senador democrata John D. Rockefeller, presidente da Comissão de Inteligência do Senado, pediu a abertura de uma investigação após as declarações, já que os jornalistas em questão não tinham nenhuma relação com o terrorismo.
O atual presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, autorizou - após o 11 de setembro de 2001 - a realização de escutas telefônicas de cidadãos norte-americanos com pessoas no exterior sem permissão judicial prévia.
De acordo com o Sindicato dos Jornalistas de Portugal, jornalistas, funcionários que prestavam ajuda humanitária e militares no Iraque foram alvo das escutas.
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