"Fui tratado como animal", diz jornalista sudanês, preso por seis anos numa base americana
"Fui tratado como animal", diz jornalista sudanês, preso por seis anos numa base americana
O Jornalista sudanês Sami al-Hajj relatou à imprensa como foram os seis anos em que esteve preso na base americana de Gauntánamo, criada pelo governo dos EUA para deter suspeitos de vínculos com o terrorismo.
Preso 345. Assim ele era identificado durante o período em que esteve detido. Al-Hajj foi libertado em 1º de maio, do mesmo modo como havia sido detido: sem nenhuma condenação, praticamente nenhuma explicação.
Em entrevista a um jornal, concedida na última terça-feira (24), durante sua passagem por Genebra, Al-Hajj relatou que os EUA não o soltaram antes por ele ter recusado uma oferta da Casa Branca: de virar agente secreto da CIA, infiltrado na Al-Jazira, a rede de TV do Catar para a qual o sudanês trabalhava como jornalista antes de ser preso. "Fui tratado como um animal", disse.
Com informações do jornal O Estado de S. Paulo
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