França registra 36 violações de emissoras na cobertura do ataque à “Charlie Hebdo”
Órgão regulador de mídia fez 21 autuações e 15 notificações às empresas
Atualizado em 13/02/2015 às 10:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
O Conselho Superior do Audiovisual, responsável por regular a imprensa francesa, afirmou na última quinta-feira (12/2) que foram registradas 36 infrações cometidas pelas emissoras na cobertura dos atentados em Paris, entre 7 e 9 do mês passado.
Crédito:Reprodução/Twitter Órgão regulador da mídia francesa acusou veículos de violações na cobertura do atentado à redação da revista
De acordo com a Folha Press, o órgão fez 21 autuações e 15 notificações às empresas, que não foram identificadas, por sete infrações à lei de meio de comunicação do país.
Entre os atos condenados, estão a divulgação dos vídeos da morte de um policial pelos irmãos Said e Chérif Kouachi após o ataque à revista satírica Charlie Hebdo , e da invasão policial ao mercado Kosher, atacado por Amedy Coulibaly.
Os veículos também promoveram a divulgação de dados preliminares não oficiais da polícia, que levaram à identificação dos dois terroristas, forneceram detalhes sobre as operações de busca e ainda acusaram um jovem de 18 anos que não tinha envolvimento com o crime.
O conselho foi criado em 1989. Vinculado ao Estado, regula o conteúdo dos meios de comunicação públicos e privados do país. O objetivo é assegurar a livre concorrência entre os canais, definir a classificação etária dos programas e proibir a discriminação e incitação à violência.
Segundo o Le Monde , os veículos foram alertados sobre as punições em 15 de janeiro e qualificaram como "contraditórias" os motivos apresentados pelo órgão regulador.
Crédito:Reprodução/Twitter Órgão regulador da mídia francesa acusou veículos de violações na cobertura do atentado à redação da revista
De acordo com a Folha Press, o órgão fez 21 autuações e 15 notificações às empresas, que não foram identificadas, por sete infrações à lei de meio de comunicação do país.
Entre os atos condenados, estão a divulgação dos vídeos da morte de um policial pelos irmãos Said e Chérif Kouachi após o ataque à revista satírica Charlie Hebdo , e da invasão policial ao mercado Kosher, atacado por Amedy Coulibaly.
Os veículos também promoveram a divulgação de dados preliminares não oficiais da polícia, que levaram à identificação dos dois terroristas, forneceram detalhes sobre as operações de busca e ainda acusaram um jovem de 18 anos que não tinha envolvimento com o crime.
O conselho foi criado em 1989. Vinculado ao Estado, regula o conteúdo dos meios de comunicação públicos e privados do país. O objetivo é assegurar a livre concorrência entre os canais, definir a classificação etária dos programas e proibir a discriminação e incitação à violência.
Segundo o Le Monde , os veículos foram alertados sobre as punições em 15 de janeiro e qualificaram como "contraditórias" os motivos apresentados pelo órgão regulador.





