"Folha" lança plataforma que monitora protestos e greves no Brasil
O "protestômetro", como é chamado pelo jornal, avalia informações sobre manifestações em dez das maiores cidades do país.
Atualizado em 14/04/2014 às 18:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
Está no ar a partir desta segunda-feira (14/4), no site da Folha de S. Paulo , o "protestômetro". A ferramenta busca monitorar e catalogar e de profissionais em dez das maiores cidades do país, de olho nas tendências que podem se formar diante da Copa do Mundo de Futebol, em junho.
Crédito:Reprodução Plataforma mostra movimentos sociais no país
As cidades avaliadas pela plataforma são Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Brasília, Recife, Fortaleza, Salvador, Curitiba e Campinas. A página será alimentada diariamente pela jornalista Cristina Camargo a partir de informações de polícias, órgãos de trânsito, movimentos sociais, sindicatos e da própria imprensa, entre outros.
O monitoramento do "protestômetro" em manifestações e greves começou há duas semanas. Nesse tempo, já foram registradas 66 atos nos locais avaliados, além de 17 paralisações por aumento de salário e melhores condições de trabalho.
As cidades que lideram em número de protestos no período são Rio de Janeiro e São Paulo, com 13 e 15 manifestações cada, respectivamente. As obras para a Copa e Olimpíadas também foram motivo para greves, especialmente em Fortaleza e Curitiba, aponta o medidor.
Crédito:Reprodução Plataforma mostra movimentos sociais no país
As cidades avaliadas pela plataforma são Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Brasília, Recife, Fortaleza, Salvador, Curitiba e Campinas. A página será alimentada diariamente pela jornalista Cristina Camargo a partir de informações de polícias, órgãos de trânsito, movimentos sociais, sindicatos e da própria imprensa, entre outros.
O monitoramento do "protestômetro" em manifestações e greves começou há duas semanas. Nesse tempo, já foram registradas 66 atos nos locais avaliados, além de 17 paralisações por aumento de salário e melhores condições de trabalho.
As cidades que lideram em número de protestos no período são Rio de Janeiro e São Paulo, com 13 e 15 manifestações cada, respectivamente. As obras para a Copa e Olimpíadas também foram motivo para greves, especialmente em Fortaleza e Curitiba, aponta o medidor.





