"Fizemos severa seleção", diz Lobão sobre veto à mídia em coletiva de ato contra Dilma
Músico destacou que é a favor da liberdade de imprensa
Atualizado em 12/11/2014 às 09:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
Em entrevista ao do jornalista Claudio Tognolli no Yahoo, o músico e escritor Lobão explicou porque vetou a imprensa nacional da coletiva que antecede o ato pró-impeachment da presidente reeleita Dilma Rousseff (PT), que ocorrerá na próxima sexta-feira (14/11).
Crédito:Divulgação Ex-colunista de "Veja" disse que calúnias levaram ao veto a parte da imprensa
“Como estamos sendo caluniados por praticamente toda a mídia nacional, achamos por bem fazer uma severa seleção: como agora, estou aqui falando para um órgão de mídia nacional que é meritório desta entrevista. A Veja será bem-vinda também. E alguns outros raros jornalistas”, explicou ele.
Ex-colunista da Veja , o e de expressão. Segundo ele, o ato do próximo sábado (15/11) é pró-impeachment, uma vez que os manifestantes visam "a apuração real de uma eleição" e o "direito de exigir a transparência que, até agora não teve".
Questionado sobre a comparação ao compositor Wilson Simonal, que se alinhou à ditadura, Lobão respondeu: “Sou insimonalizável. Sou emocionalmente imune aos ataques histéricos dos militantes e aos grunhidos rancorosos e impotentes das lideranças politicas e intelectuais”.
Crédito:Divulgação Ex-colunista de "Veja" disse que calúnias levaram ao veto a parte da imprensa
“Como estamos sendo caluniados por praticamente toda a mídia nacional, achamos por bem fazer uma severa seleção: como agora, estou aqui falando para um órgão de mídia nacional que é meritório desta entrevista. A Veja será bem-vinda também. E alguns outros raros jornalistas”, explicou ele.
Ex-colunista da Veja , o e de expressão. Segundo ele, o ato do próximo sábado (15/11) é pró-impeachment, uma vez que os manifestantes visam "a apuração real de uma eleição" e o "direito de exigir a transparência que, até agora não teve".
Questionado sobre a comparação ao compositor Wilson Simonal, que se alinhou à ditadura, Lobão respondeu: “Sou insimonalizável. Sou emocionalmente imune aos ataques histéricos dos militantes e aos grunhidos rancorosos e impotentes das lideranças politicas e intelectuais”.





