"Financial Times" derruba paywall e anuncia plano de assinatura a um dólar por mês
Em entrevista ao jornalista John Cassidy, da revista New Yorker, o executivo-chefe do Financial Times, John Ridding comentou sobre
Atualizado em 01/10/2015 às 17:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
Em ao jornalista John Cassidy, da revista New Yorker , o executivo-chefe do Financial Times , John Ridding comentou sobre o fim do sistema de acesso pago do (paywall), que foi trocado por assinaturas mensais a um dólar.
Crédito:Reprodução Jornal quer fidelizar leitores com a nova proposta
Na entrevista, Ridding ressaltou que o sistema paywall, utilizado por veículos como The New York Times não favorece a fidelização do leitor em tempos digitais, nos quais o leitor não está preso apenas a um veículo. "No paywall, os não-assinantes têm um limite de acesso mensais. O verdadeiro desafio para o jornalismo digital é perceber que a notícia está fragmentada o tempo todo. As pessoas não procuram informação em apenas um lugar. Antes, elas escolhiam um ou dois jornais, mas isso tudo foi destruído", comentou.
Crédito:Reprodução Jornal quer fidelizar leitores com a nova proposta
Na entrevista, Ridding ressaltou que o sistema paywall, utilizado por veículos como The New York Times não favorece a fidelização do leitor em tempos digitais, nos quais o leitor não está preso apenas a um veículo. "No paywall, os não-assinantes têm um limite de acesso mensais. O verdadeiro desafio para o jornalismo digital é perceber que a notícia está fragmentada o tempo todo. As pessoas não procuram informação em apenas um lugar. Antes, elas escolhiam um ou dois jornais, mas isso tudo foi destruído", comentou.
O novo investimento do FT permite ao leitor manter assinaturas mensais com o jornal pelo preço de um dólar, com acesso a todos os conteúdos do periódico. Segundo o executivo, essa é a forma contemporânea de incentivar a fidelização do leitor. "Estamos tentando recriar esse hábito de envolvimento no leitor. É realmente uma tentativa de compreender os novos leitores e o que realmente importa para eles", concluiu.





