FIJ exalta libertação de jornalistas sequestrados por 15 meses na Somália
FIJ exalta libertação de jornalistas sequestrados por 15 meses na Somália
A Federação Internacional dos Jornalistas (FIJ) comemorou a libertação do fotógrafo australiano Nigel Brennan e da jornalista canadense Amanda Lindhout, após 15 meses de seqüestro na Somália. Na última quinta-feira (26), um dia depois de terem sido resgatados, as vítimas deixaram a capital somali, Mogadíscio, em direção ao Quénia.
Amanda e Brennan haviam sido seqüestrados em 23 de agosto de 2008, quando visitavam um campo de refugiados na periferia da capital da Somália. O motorista e o intérprete que os acompanhavam também foram raptados, mas libertados logo em seguida. Estima-se que a soltura do fotógrafo e da jornalista tenha sido mediada por pagamento de resgate entre US$ 700 mil e US$ 2 milhões aos seqüestradores.
Para a diretora da FIJ para Ásia e Pacífico, Jacqueline Park, a libertação dos dois seqüestrados representa "uma pausa bem-vinda, face à deterioração da segurança dos jornalistas estrangeiros e locais na Somália".
O Sindicato Nacional dos Jornalistas da Somália também exprimiu satisfação com a soltura do fotógrafo e da jornalista. "Saudamos o feliz desfecho da tragédia que representou o rapto de Amanda Lindhout e Nigel Brennan", disse o secretário-geral da entidade, Omar Faruk Osman. A informação é da Angola Press.
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