FIJ denuncia a morte de 104 jornalistas no exercício da profissão no mundo em 2008
FIJ denuncia a morte de 104 jornalistas no exercício da profissão no mundo em 2008
A Federação Internacional de Jornalistas (FIJ) denunciou, na última quarta-feira (31), a morte de 104 profissionais de imprensa em acidentes de trabalho ou vítimas de assassinato em 2008. De acordo com informações divulgadas pela agência Efe, os números representam uma queda significativa em comparação ao 179 óbitos registrados no ano anterior.
Na ocasião da apresentação do relatório anual da FIJ sobre o assunto, o presidente da entidade, Jim Boumelha, ressaltou que os números de 2008 apenas retrocederam aos patamares de 2003, período inicial da invasão norte-americana ao Iraque.
Iraque, com 16 profissionais mortos, foi considerado pela FIJ o país mais perigoso ao exercício da profissão em 2008. México e Índia, com 10 baixas, aparecem logo em seguida no ranking apresentado pela entidade.
Os números da FIJ são maiores se comparado ao último balanço da organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF), que apontou a morte de 60 jornalistas no exercício da profissão em 2008.
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