Falhas na organização da Copa no Brasil são parte de um problema maior, critica "NYT"
"NYT" produziu reportagem na qual alerta para possíveis falhas em infraestrutura que o Brasil pode apresentar durante a Copa do Mundo.
Atualizado em 14/04/2014 às 17:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
No último domingo (13/4), o jornal norte-americano New York Times uma ampla reportagem na qual alerta para possíveis falhas em infraestrutura que o Brasil pode apresentar durante a Copa do Mundo. Com custos elevados e atrasos dos estádios que sediarão o evento, o país enfrenta um “problema maior”.
Crédito:Reprodução Jornal analisa situação crítica de obras no Brasil
Segundo O Globo , o periódico aponta a desaceleração do crescimento econômico como pano de fundo de uma série de empreendimentos incompletos que estão atrasados e abandonados, como a ferrovia Transnordestina, o museu do ET de Varginha (MG), as plantas de energia eólica sem conexão com as linhas de transmissão de energia, um parque abandonado em Natal (RN) e o hotel Glória, no Rio, que recebeu financiamento do BNDES.
Em entrevista para o diário, o diretor da organização não governamental Contas Abertas, Gil Castelo Branco, analisou a situação que o país enfrenta atualmente. “Os fiascos estão se multiplicando, revelando uma desordem que é infelizmente sistêmica. Estamos despertando para a realidade que imensos recursos foram desperdiçados em projetos extravagantes enquanto nossas escolas públicas ainda são uma bagunça”.
Contudo, o jornal relembra que muitas das obras de infraestrutura foram iniciadas no governo de Luiz Inácio Lula da Silva, que ao admitir os atrasos nos projetos ponderou que o país ficou décadas sem investir, o que exigiu muitas vezes que se partisse do início. Em contrapartida, o texto aponta que muitos críticos creditam a incapacidade de concluir grandes obras a fraqueza de modelo de capitalismo de Estado no Brasil.
Crédito:Reprodução Jornal analisa situação crítica de obras no Brasil
Segundo O Globo , o periódico aponta a desaceleração do crescimento econômico como pano de fundo de uma série de empreendimentos incompletos que estão atrasados e abandonados, como a ferrovia Transnordestina, o museu do ET de Varginha (MG), as plantas de energia eólica sem conexão com as linhas de transmissão de energia, um parque abandonado em Natal (RN) e o hotel Glória, no Rio, que recebeu financiamento do BNDES.
Em entrevista para o diário, o diretor da organização não governamental Contas Abertas, Gil Castelo Branco, analisou a situação que o país enfrenta atualmente. “Os fiascos estão se multiplicando, revelando uma desordem que é infelizmente sistêmica. Estamos despertando para a realidade que imensos recursos foram desperdiçados em projetos extravagantes enquanto nossas escolas públicas ainda são uma bagunça”.
Contudo, o jornal relembra que muitas das obras de infraestrutura foram iniciadas no governo de Luiz Inácio Lula da Silva, que ao admitir os atrasos nos projetos ponderou que o país ficou décadas sem investir, o que exigiu muitas vezes que se partisse do início. Em contrapartida, o texto aponta que muitos críticos creditam a incapacidade de concluir grandes obras a fraqueza de modelo de capitalismo de Estado no Brasil.





