Facebook processa advogados de homem que se dizia dono de 50% da rede social
O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, decidiu processar a maior banca do mundo em número de advogados, a DLA Piper. Em 2011, a companhia "comprou" a história de um homem identificado como Paul Ceglia, que alegava ter direito a 84% da rede social.
Atualizado em 24/10/2014 às 13:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
Zuckerberg, decidiu processar a maior banca do mundo em número de advogados, a DLA Piper. Em 2011, a companhia "comprou" a história de um homem identificado como Paul Ceglia, que alegava ter direito a 84% da rede social.
Crédito:Divulgação Rede social comprovou falsificação dos documentos
Segundo o ConJur, a DLA Piper processou Zuckerberg e o Facebook em um tribunal de Buffalo, em Nova York. Em março, entretanto, um juiz federal trancou a ação, que classificou como uma "fraude clara" e baseada em "documentos forjados".
"O próprio co-advogado do acusado descobriu a fraude, informou os outros advogados e retirou-se. Apesar de tudo isso, os réus prosseguiram com o caso em tribunais estaduais e federais e nos meios de comunicação", ressaltou o Facebook na ação no Supremo Tribunal Federal de Nova York.
O julgamento de Ceglia sobre as acusações deve ocorrer no próximo ano e, caso seja condenado, poderá receber uma pena máxima de 40 anos de prisão.
Já a DLA Piper alega que vai lutar contra o processo, uma vez que representou Ceglia por menos de três meses. "Essa é uma ação inteiramente sem base, que foi movida como uma tática para intimidar advogados que possam processar o Facebook", disse Peter Pantaleo, consultor jurídico geral da banca.
Crédito:Divulgação Rede social comprovou falsificação dos documentos
Segundo o ConJur, a DLA Piper processou Zuckerberg e o Facebook em um tribunal de Buffalo, em Nova York. Em março, entretanto, um juiz federal trancou a ação, que classificou como uma "fraude clara" e baseada em "documentos forjados".
"O próprio co-advogado do acusado descobriu a fraude, informou os outros advogados e retirou-se. Apesar de tudo isso, os réus prosseguiram com o caso em tribunais estaduais e federais e nos meios de comunicação", ressaltou o Facebook na ação no Supremo Tribunal Federal de Nova York.
O julgamento de Ceglia sobre as acusações deve ocorrer no próximo ano e, caso seja condenado, poderá receber uma pena máxima de 40 anos de prisão.
Já a DLA Piper alega que vai lutar contra o processo, uma vez que representou Ceglia por menos de três meses. "Essa é uma ação inteiramente sem base, que foi movida como uma tática para intimidar advogados que possam processar o Facebook", disse Peter Pantaleo, consultor jurídico geral da banca.





