Facebook admite rastrear informações de usuários da rede social
A empresa de rede social Facebook, criada por Mark Zuckerberg, admitiu rastrear informações dos mais de 800 milhões de usuários, informa o&n
Atualizado em 22/11/2011 às 10:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
A empresa de rede social Facebook, criada por Mark Zuckerberg, admitiu rastrear informações dos mais de 800 milhões de usuários, informa o
Segundo o jornal, o Facebook utiliza um sistema de cookies similar ao do Google, Windows e Microsoft, para criar uma rede de páginas acessadas por seus membros. A justificativa é de que as informações são necessárias para a personalização de conteúdo e publicidade direcionada aos leitores específicos. A empresa consegue rastrear os endereços acessados pelos usuários nos últimos 90 dias e também daqueles que não são cadastrados na rede social, mas que clicaram em alguma página do Facebook.
Entretanto, a medida vem sendo criticada por defensores da privacidade no ambiente virtual, que questionam se os dados obtidos são realmente usados, apenas, para os fins mencionados.
Novas diretrizes para privacidade on-line foram encaminhadas ao Congresso norte-americano, a fim de debater sobre a segurança na internet e possibilitar que os consumidores barrem as empresas de acessarem seus dados sem autorização.
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Segundo o jornal, o Facebook utiliza um sistema de cookies similar ao do Google, Windows e Microsoft, para criar uma rede de páginas acessadas por seus membros. A justificativa é de que as informações são necessárias para a personalização de conteúdo e publicidade direcionada aos leitores específicos. A empresa consegue rastrear os endereços acessados pelos usuários nos últimos 90 dias e também daqueles que não são cadastrados na rede social, mas que clicaram em alguma página do Facebook.
Entretanto, a medida vem sendo criticada por defensores da privacidade no ambiente virtual, que questionam se os dados obtidos são realmente usados, apenas, para os fins mencionados.
Novas diretrizes para privacidade on-line foram encaminhadas ao Congresso norte-americano, a fim de debater sobre a segurança na internet e possibilitar que os consumidores barrem as empresas de acessarem seus dados sem autorização.
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