Ex-prefeito acusado de matar jornalista será extraditado para o Paraguai
O ex-prefeito de Ypejú, Vilmar Acosta Márques, será extraditado do Brasil para o Paraguai para responder à acusação de assassinato do jornalista Pablo Medina e de sua assistente Antonia Almada.
Atualizado em 26/08/2015 às 12:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
será extraditado do Brasil para o Paraguai para responder à acusação de assassinato do jornalista Pablo Medina e de sua assistente Antonia Almada.
Crédito:Reprodução STF liberou extradição de Vilmar Acosta que será julgado por morte de jornalista no Paraguai
De acordo com a AFP, a informação foi anunciada pela chancelaria em Assunção. A medida é do Supremo Tribunal Federal (STF). Acosta é acusado de ser o mandante do crime que ocorreu em 16 de outubro de 2014.
O ex-prefeito está detido em Campo Grande (MT). A chancelaria destacou o "valor da decisão unânime do Supremo Tribunal de acolher a totalidade das provas apresentadas pelo Estado paraguaio".
"Hoje é um dia importante para a justiça paraguaia contra a impunidade. Sempre acreditamos no trabalho dos nossos promotores e nas evidências obtidas para sustentar que Acosta foi o autor intelectual do assassinato de Pablo Medina", disse o procurador-geral do Estado, Javier Díaz.
Pablo Medina prestava serviços para o jornal ABC Color e era conhecido por suas investigações sobre as supostas conexões entre traficantes de drogas e políticos de diferentes níveis no país, esquema que recebeu o nome de "narcopolítica".
Crédito:Reprodução STF liberou extradição de Vilmar Acosta que será julgado por morte de jornalista no Paraguai
De acordo com a AFP, a informação foi anunciada pela chancelaria em Assunção. A medida é do Supremo Tribunal Federal (STF). Acosta é acusado de ser o mandante do crime que ocorreu em 16 de outubro de 2014.
O ex-prefeito está detido em Campo Grande (MT). A chancelaria destacou o "valor da decisão unânime do Supremo Tribunal de acolher a totalidade das provas apresentadas pelo Estado paraguaio".
"Hoje é um dia importante para a justiça paraguaia contra a impunidade. Sempre acreditamos no trabalho dos nossos promotores e nas evidências obtidas para sustentar que Acosta foi o autor intelectual do assassinato de Pablo Medina", disse o procurador-geral do Estado, Javier Díaz.
Pablo Medina prestava serviços para o jornal ABC Color e era conhecido por suas investigações sobre as supostas conexões entre traficantes de drogas e políticos de diferentes níveis no país, esquema que recebeu o nome de "narcopolítica".





