Ex-bailarina do Faustão recorre à Justiça por assédio moral na Globo, diz colunista
Bailarina acusa coreógrafo Sylvio Lemgruber e a esposa dele, Bianca Teles, de fazer funcionárias passarem por constrangimento
Atualizado em 18/11/2014 às 14:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
Rachel Gutvilen, ex-integrante do balé do Faustão, entrou com uma ação trabalhista na Justiça contra o antigo coreógrafo e sua assistente e mulher, Sylvio Lemgruber e Bianca Teles, por assédio moral.
Crédito:Reprodução Bailarina alega que sofria constrangimentos por coreógrafo da emissora
De acordo com o colunista Leo Dias, do jornal O Dia , a bailarina relatou que a dupla a fazia passar por constrangimentos e xingava outras bailarinas também. "Em algumas ocasiões, Sylvio me chamava de gorda, de feia, dizia que eu estava com muita celulite e não sabia dançar. Ele falava isso na frente de todo mundo", contou Rachel em entrevista à coluna.
De acordo com Rachel, em um dos programas, ela foi escolhida para fazer a propaganda de um xampu e utilizou as mãos para mostrar o produto. Após a apresentação, Rachel alega que Bianca teria lhe acusado, na frente de mais de 30 pessoas, de estar com micose. "Tem bailarina que até hoje faz tratamento psiquiátrico por causa disso. Quero ser exemplo para outras bailarinas", disse Rachel, que trabalhou no programa durante três anos. Ela foi demitida em 2013.
Crédito:Reprodução Bailarina alega que sofria constrangimentos por coreógrafo da emissora
De acordo com o colunista Leo Dias, do jornal O Dia , a bailarina relatou que a dupla a fazia passar por constrangimentos e xingava outras bailarinas também. "Em algumas ocasiões, Sylvio me chamava de gorda, de feia, dizia que eu estava com muita celulite e não sabia dançar. Ele falava isso na frente de todo mundo", contou Rachel em entrevista à coluna.
De acordo com Rachel, em um dos programas, ela foi escolhida para fazer a propaganda de um xampu e utilizou as mãos para mostrar o produto. Após a apresentação, Rachel alega que Bianca teria lhe acusado, na frente de mais de 30 pessoas, de estar com micose. "Tem bailarina que até hoje faz tratamento psiquiátrico por causa disso. Quero ser exemplo para outras bailarinas", disse Rachel, que trabalhou no programa durante três anos. Ela foi demitida em 2013.





