EUA pede à Rússia para proteger jornalistas e defensores dos direitos humanos

Uma declaração em memória dos jornalistas Natalia Estemirova e Paul Klebnikov, cujos assassinos nunca foram encaminhados à justiça russa foiemitida pelo Departamento de Estado dos EUA.

Atualizado em 17/07/2013 às 15:07, por Redação Portal IMPRENSA.


“Honramos a memória de Estemirova e Klebnikov, clamando pelo fim da impunidade em relação aos abusos no Cáucaso do Norte e em outros lugares na Rússia”, disse a porta-voz Jen Psaki em um comunicado.


Os assassinatos de Estemirova, crítica das autoridades tchetchenas e Já Klebnikov, ex-editor-chefe da edição russa da revista Forbes , geraram protestos nacionais e internacionais e destacaram os perigos enfrentados por jornalistas e defensores dos direitos na Rússia.


De acordo com a Gazeta Russa , o país é um dos mais perigosos do mundo para jornalistas. Desde 1992, 55 funcionários da imprensa foram assassinados, segundo o órgão de monitoramento internacional Comitê para a Proteção dos Jornalistas.


A maior parte dos crimes contra repórteres e editores na Rússia ocorreu na conflituosa região do Cáucaso do Norte, que é devastada pela contínua rebelião islâmica, crime organizado e corrupção endêmica.