EUA acusam China e Rússia de roubar informações pela internet
Atualizado em 04/11/2011 às 10:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
Pela primeira vez após alguns anos de insinuações, agências de Inteligência norte-americanas acusaram diretamente a China e a Rússia por espionagem virtual e roubo de informações pela internet, noticia o The New York Times.
Um estudo elaborado por 14 agências de Inteligência apontou que os dois governos contratavam hackers para roubar informações de empresas e instituições para o próprio desenvolvimento tecnológico e econômico. De acordo com o NYT , as autoridades alertaram os jornalistas para a importância do caso.
Os países teriam se aproveitado do anonimato proporcionado pelos servidores Proxy e espalharam roteadores para roubar informações corporativas patenteadas.
"As redes de computadores de inúmeras agências do governo, empresas privadas, universidades e outras instituições dos EUA foram alvo de espionagem virtual", diz o relatório apresentado ao Congresso. As agências dizem que as incursões contra a rede vêm acontecendo há anos, mas só agora foram apresentadas formalmente em documento. A China seria a "mais persistente" nas invasões.
Apesar do alerta para o risco à segurança nacional, as agências informaram que não há estimativas de prejuízos financeiros até o momento.
Leia mais

Um estudo elaborado por 14 agências de Inteligência apontou que os dois governos contratavam hackers para roubar informações de empresas e instituições para o próprio desenvolvimento tecnológico e econômico. De acordo com o NYT , as autoridades alertaram os jornalistas para a importância do caso.
Os países teriam se aproveitado do anonimato proporcionado pelos servidores Proxy e espalharam roteadores para roubar informações corporativas patenteadas.
"As redes de computadores de inúmeras agências do governo, empresas privadas, universidades e outras instituições dos EUA foram alvo de espionagem virtual", diz o relatório apresentado ao Congresso. As agências dizem que as incursões contra a rede vêm acontecendo há anos, mas só agora foram apresentadas formalmente em documento. A China seria a "mais persistente" nas invasões.
Apesar do alerta para o risco à segurança nacional, as agências informaram que não há estimativas de prejuízos financeiros até o momento.
Leia mais






