No texto, o pai criticou duramente a ausência do filho deputado no plenário da Câmara, quando concorria a eleição para o posto de presidente da Casa, derrotado com a contabilização de apenas quatro votos.
Na bronca de Jair Bolsonaro coube palavrões e a observação de que não visitaria o filho na Papuda. Em sua defesa, Lula Marques disse que não teme ação processual, mesmo porque estava cumprindo seu trabalho, em um ambiente público, referindo-se ao plenário da Câmara. “Eu não sou paparazzo. E não pulei o muro da casa do parlamentar para fotografá-lo tomando banho de piscina ou em um ambiente privado.”
Lula Marques explica que antes de publicar parte do texto na sua página do Facebook ofereceu a imagem a um repórter investigativo de um grande jornal. E que divulgou, em um primeiro momento, apenas parte da conversa, quando percebeu que o veículo não daria as mensagens trocadas. A partir da repercussão e dos ataques recebidos, com a acusação de que a imagem era falsa, optou por abrir a conversa.
Na sua opinião, a mídia social proporciona um espaço democrático, de liberdade para o jornalista que tem compromisso com a notícia. O fotógrafo atua hoje na Agenda PT, mas trabalhou por 26 anos na Folha de S. Paulo, até 2013. Veterano na cobertura de Brasília, trabalha sozinho e tem o feeling para garimpar imagens que se transformam em manchetes.
“O fato é que deputados e senadores dão mole direto e se deixam fotografar facilmente usando celular. Antes disso, eram as trocas de bilhetes. Eu não preciso invadir a privacidade de nenhum parlamentar e não temo processo judicial. Tanto é que de 20 processos, ganhei 19. E digo mais, se ele me processar, eu, como cidadão, entro com processos para saber por que ele não vai visitar o filho deputado na Papuda.”
Na bronca de Jair Bolsonaro coube palavrões e a observação de que não visitaria o filho na Papuda. Em sua defesa, Lula Marques disse que não teme ação processual, mesmo porque estava cumprindo seu trabalho, em um ambiente público, referindo-se ao plenário da Câmara. “Eu não sou paparazzo. E não pulei o muro da casa do parlamentar para fotografá-lo tomando banho de piscina ou em um ambiente privado.”
Lula Marques explica que antes de publicar parte do texto na sua página do Facebook ofereceu a imagem a um repórter investigativo de um grande jornal. E que divulgou, em um primeiro momento, apenas parte da conversa, quando percebeu que o veículo não daria as mensagens trocadas. A partir da repercussão e dos ataques recebidos, com a acusação de que a imagem era falsa, optou por abrir a conversa.
Na sua opinião, a mídia social proporciona um espaço democrático, de liberdade para o jornalista que tem compromisso com a notícia. O fotógrafo atua hoje na Agenda PT, mas trabalhou por 26 anos na Folha de S. Paulo, até 2013. Veterano na cobertura de Brasília, trabalha sozinho e tem o feeling para garimpar imagens que se transformam em manchetes.
“O fato é que deputados e senadores dão mole direto e se deixam fotografar facilmente usando celular. Antes disso, eram as trocas de bilhetes. Eu não preciso invadir a privacidade de nenhum parlamentar e não temo processo judicial. Tanto é que de 20 processos, ganhei 19. E digo mais, se ele me processar, eu, como cidadão, entro com processos para saber por que ele não vai visitar o filho deputado na Papuda.”


